BT

Pontuação de histórias: Você está realizando da maneira correta?

por Christopher Goldsbury , traduzido por Eder Ignatowicz em 09 Mai 2012 |

Será que todos as equipes ágeis entendem realmente como a pontuação de histórias funciona? Aparentemente não. Um post recente de Mike Cohn, da Mountain Goat Software, reafirmou que estimar custo de funcionalidades através da pontuação de histórias trata-se de medir o esforço relativo e não no ranqueamento de funcionalidades em relação a sua complexidade.

Para ilustrar a diferença entre pontuação tradicional e esforço relativo, Mike utilizou o exemplo da compra de um carro. Uma equipe utilizando o ranqueamento em uma sequência (ordinal) listaria os carros a partir do modelo mais barato até o mais carro, atribuindo um ponto adicional a cada carro. Desta forma, um Tata Nano (carro popular da Tata Motors) seria classificado com 1 ponto enquanto que um Bugatti, seguindo na escala, receberia 10 pontos. O exemplo ilustra como que o ranqueamento do backlog através de uma pontuação tradicional pode nos levar a uma má interpretação com relação ao custo, pois o Bugatti é 960 vezes superior ao Nano em termos de custo.

Mas porquê esta má interpretação começou? Será que existem equipes ágeis que não entendem que estimar funcionalidades em pontos é uma medida de esforço, custo e não uma classificação das funcionalidades?

Mike Cohn afirma que aparentemente algumas equipes estão realmente estimando errado:

Estranhamente as pessoas estão fazendo isto. Recebi um e-mail no sábado de alguém que respeito muito relatando que pontuava histórias desta forma e fiquei surpreso. Não consigo visualizar nenhum motivo para classificar itens de um backlog desta maneira, mas sim, existem pessoas utilizando este critério de pontuação.

E você, conhece equipes que confundem a técnica de estimativa e pontuação de histórias? Já participou de equipes que utilizavam a pontuação para classificar as funcionalidades de um backlog através de uma ordem ao invés de classifica-lás considerando o esforço relativo?

Olá visitante

Você precisa cadastrar-se no InfoQ Brasil ou para enviar comentários. Há muitas vantagens em se cadastrar.

Obtenha o máximo da experiência do InfoQ Brasil.

Dê sua opinião

HTML é permitido: a,b,br,blockquote,i,li,pre,u,ul,p

Receber menssagens dessa discussão

Somos mais suscetíveis a novas idéias quando entendemos porque ela é melhor by Andrei Tognolo

Nunca vi uma equipe realizar essa confusão de criar um ranking, mas já acompanhei outros "erros", como por exemplo estimar em horas e converter essas horas em pontos.

Na minha opinião, esse tipo de confusão acontece porque muitas vezes não ficam claros os benefícios de se realizar uma pontuação baseada na comparação.

Acho que um argumento simples para ilustrar o benefício é que o ser humano não é bom para "medir de forma absoluta", mas é muito bom para comparar.
Por exemplo, se me pedirem para mostrar qual é o comprimento de 2 metro, provavelmente eu vou errar feio. Mas, se me mostrarem uma regra de 1 metro, e me pedirem para mostrar qual é o comprimento de 2 metros, eu vou errar, mas provavelmente com uma margem bem menor.

HTML é permitido: a,b,br,blockquote,i,li,pre,u,ul,p

Receber menssagens dessa discussão

HTML é permitido: a,b,br,blockquote,i,li,pre,u,ul,p

Receber menssagens dessa discussão

1 Dê sua opinião

Conteúdo educacional

Feedback geral
Bugs
Publicidade
Editorial
InfoQ Brasil e todo o seu conteúdo: todos os direitos reservados. © 2006-2014 C4Media Inc.
Política de privacidade
BT