
Painel: Agilidade no dia a dia
Em 2008 correu o evento de lançamento do InfoQ Brasil. Esse painel aborda assuntos como: Projetos Ágeis não falham? Quais são os critérios para definir o sucesso de um projeto? Por que escolher agile? Confira!
Disseminando conhecimento e inovação em desenvolvimento de software corporativo

Em 2008 correu o evento de lançamento do InfoQ Brasil. Esse painel aborda assuntos como: Projetos Ágeis não falham? Quais são os critérios para definir o sucesso de um projeto? Por que escolher agile? Confira!
Uma das responsabilidades de times auto-organizáveis é tomar decisões que respeitem as opiniões de todos. Esse livro fornece vários exemplos em treinamento de times, para lidar com discussões conflitantes, mantendo a velocidade sem comprometer o sucesso tendo que suspender ou ignorar os problemas críticos.
Esther Derby publicou um artigo sobre a perspectiva dos gerentes e como o foco dado em extrair o máximo do trabalho individual tem sido prejudicial ao trabalho em equipe e à entrega de valor. Derby refuta o senso comum de que as equipes precisam aparentar estar se "debatendo" para que que pareçam estar trabalhando de verdade, abordando também os riscos relativos ao excesso de horas-extras.
Por vários anos, o movimento ágil vem encorajando os desenvolvedores a programarem em pares e as equipes a trabalharem de forma colaborativa em ambientes abertos, mas recentemente estas práticas têm sido criticadas.
Uma recente discussão na lista do Yahoo! pm-agile abordou algumas frustações madiante as recomendações Ágeis, recomendações essas que foram consideradas ingênuas.
Há muitos debates sobre quais as competências que um desenvolvedor precisa, ou práticas que uma organização deve adotar para o Agile ser bem sucedido. Mas, embora inegavelmente importante, isso é realmente o que leva ao sucesso no Agile? Mark Schumann sugere que o "ingrediente essencial" da agilidade não são as tecnicas ágeis, mas sim a mentalidade ágil dentro dos níveis de gestão.
Modelos tradicionais de gerenciamento não contam aos líderes como suportar seus times no modelo "Agile" sem depreciar sua auto-organização emergente. Alusões à performances musicais e “conduzir uma orquestra” afloram, mas nem todos concordam que isto é apropriado. Seria o modelo "maestro" uma boa prática ou um anti-pattern?
A auto-organização é definida como um fenômeno no qual a organização interna de um sistema aumenta em complexidade sem que ele seja guiado ou gerenciado por uma fonte externa. Entretanto, para ter sucesso nessa empreitada, é preciso muito suporte dos membros da equipe, da gerência e do ambiente organizacional.
Times de alta performance constitui cerca de 2% da força de trabalho, mas os processos ágeis parecem estimular a formação desses tipos de times. Steven Denning recentemente escreveu uma série de artigos sobre times de alta performance; o tipo de times que organizações ágeis necessitam incentivar para terem sucesso.
Sebastian Hermida criou uma ferramenta on-line gratuita para ajudar a times entenderem melhor como eles estão indo na adoção de métodos ágeis. O site, abetterteam.org, é baseado no jogo de perguntas "Mensure sua agilidade" de Jim Shore e Shane Warden incluso em seu livro, The Art Of Agile Development.
Recentemente em um debate no Grupo Scrum Development do Yahoo Grupos sobre o que fazer quando uma pessoa da sua equipe está tendo "baixo desempenho". Na thread de mais de 130 respostas, "Rotten apple in Scrum team", a discussão variou de conselhos até a questão principal, até o debate clássico da medição de indivíduos, para distinguir se uma equipe é realmente uma "equipe", e mais.