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Do Waterfall ao Agile na indústria de Defesa: Lições na adoção
Esse artigo descreve as ações tomadas por Jeff Plummer, na indústria de Defesa, para realizar uma transição do modelo cascata (waterfall) de desenvolvimento de software para um modelo ágil. O autor defende que gerenciar equipes ágeis exige a habilidade de realizar mudanças quando as coisas não estiverem indo bem.
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Métricas: como não prejudicar sua equipe com elas
A comunidade ágil precisa mudar o modo como mede o sucesso. Tanto os dados coletados quanto as informações resultante das análises desses dados são, hoje, obstáculos ao que realmente importa: o desenvolvimento de software que funciona. Dar foco em algumas métricas individuais pode desencorajar a colaboração dentro da equipe e afetar o que se está medindo, prejudicando o propósito da métrica.
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Garantia de qualidade no Scrum: muito além dos testes
O controle de qualidade no Scrum é muito mais que fazer casos de testes e encontrar erros de software. Neste artigo, P. Hasija compartilha sua experiência durante dois anos atuando como QA em projetos Scrum. A autora explica que os profissionais de garantia de qualidade vão muito além de testes ágeis, obtendo lugar destacado na equipe.
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Painel Virtual: QAs Técnicos: Evolução ou Revolução?
Convidamos quatro especialistas das comunidades de desenvolvimento e testes para um painel sobre QAs Técnicos. Nele são discutidas questões atuais da comunidade de testes, tendências e rumos, e a polêmica do "testador que programa", entre outros temas. Os painelistas convidados foram Bruno Abreu (da Sofist); Camilo Ribeiro e Guilherme Motta (ambos da ThoughtWorks), e Jorge Diz (da Maps S.A.).
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Agile seguro: como lidar com requisitos de segurança no desenvolvimento ágil
É crítica a gerência dos requisitos de segurança nas fases iniciais do desenvolvimento de software. Neste artigo, é analisado como mapear os requisitos não funcionais para histórias de usuário voltadas a funcionalidades – e como tornar os requisitos de segurança mais visíveis para os stakeholders.
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Painel Virtual – Behaviour Driven Development: conceitos, rumos e adoção
O InfoQ Brasil convidou quatro especialistas das comunidades de desenvolvimento e testes para um painel sobre a prática BDD. Nele, são discutidos aspectos fundamentais da técnica de BDD e seus rumos conceitos, polêmicas e formas de adoção. Os painelistas convidados foram Jorge Diz (Maps S.A. Soluções e serviços), Bruno Abreu(Sofist); Camilo Ribeiro e Guilherme Motta (ambos da ThoughtWorks).
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Kanban para os céticos: analisando e derrubando mitos negativos
Como agente de mudanças, devemos assegurar as pessoas de que vale realmente a pena seguir o caminho escolhido. O Kanban levanta questões difíceis em níveis de gestão e liderança. Este artigo discute os principais argumentos levantados contra o Kanban e como lidar com eles.
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Kanban com o pioneiro: Entrevista com David J. Anderson
David J. Anderson, pioneiro na implementação de Kanban no desenvolvimento de software e um dos principais responsáveis pela popularização do método no mundo, veio ao Brasil recentemente e conversou com o InfoQ Brasil sobre Lean, Agile e Kanban.
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Painel - Estado do Agile, Parte 2: Estratégias para adoção
Nesta segunda parte de um painel virtual sobre o estado do Agile, veja a opinião de dez especialistas sobre a adoção de técnicas ágeis e seus desafios, além de conhecer opiniões sobre quando o Agile não é a melhor solução.
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Painel - Estado do Agile, Parte 1: De onde vem o domínio do Scrum?
Neste painel virtual sobre o estado do Agile, opinam 10 especialistas em várias áreas, de coaches renomados de técnicas ágeis a desenvolvedores experientes envolvidos profundamente com Scrum e XP, a líderes técnicos que acompanharam toda a migração de técnicas waterfall a métodos ágeis. Nesta primeira parte do painel, o tema é o sucesso do Scrum.
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Review de Sprint: Como torná-lo ágil
O treinamento de certificação para Scrum Master diz que devemos realizar cerimônias de review no final de cada Sprint, mas não é comum encontrar orientações sobre como fazê-las bem. Tendo vivenciado algumas reviews ruins, que consistiam de uma simples apresentação Powerpoint, Bob Galen ajudou a elevar o nível da cerimônia até um ponto em que os stakeholders desejassem de fato participar.
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Formando equipes de alto desempenho, parte 5: Voo de cruzeiro
Nesta quinta parte da série sobre equipes de alto desempenho, será apresentado o nível máximo de produtividade de uma equipe: O Estágio 4 de maturidade. As características de uma equipe nesse estágio serão discutidas e mostrado de que maneira o líder deve se comportar para atingir e manter esse nível de performance.