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Início Técnicas ágeis no InfoQ Brasil

  • O impacto do Agile sobre estimativas e incerteza, e a questão do comprometimento

    O consultor de Agile, Scott Sehlhorst, descreve como as abordagens ágeis podem trabalhar com estimativas e previsões, mantendo-se fiéis ao foco no produto e a entregas e necessidades dos clientes. O autor se aprofunda ainda nas vantagens da adoção de técnicas ágeis para reduzir a incerteza dos projetos.

  • Estimativas em Agile: Quanto tempo vai demorar para terminar o produto?

    Quanto tempo leva para terminar o projeto ou o produto é uma das perguntas mais frequentes feitas pelos clientes. Se por um lado, estimar as funcionalidades de um produto inteiro é arriscado e poco preciso; por outro, é uma pergunta prática com a qual os times precisam lidar.

  • Defendendo o time-box: sprints mais longas raramente são a solução

    O Scrum Coach Richard Lawrence discute em artigo recente os riscos de aumentar o tamanho das sprints, quando os resultados não estão sendo obtidos como esperado no tempo definido. Ele apresenta sete dos principais problemas que levam a essa decisão, muitas vezes precipitada, e apresenta uma série de recomendações.

  • Devemos contabilizar a correção de bugs na velocidade do time?

    Tem ocorrido diversos debates recentes sobre a decisão de contabilizar a correção de bugs na medição de velocidade de uma equipe ágil. A questão parece não possuir uma única resposta correta, contudo alguns agilistas discorrem sobre em quais casos a correção de bugs deve ser adicionada a contagem de velocidade e quando deve ser desconsiderada.

  • Gerenciamento 3.0 e auto-organização: equilíbrio e confiança são essenciais

    Em palestra recente no Brasil, Jurgen Appelo, autor do livro Management 3.0, apresentou recomendações para fortalecer uma equipe auto-organizada, buscando um meio-termo entre uma governança impositiva e a completa anarquia. Conheça mais sobre sua abordagem realista para liderança, gerenciamento e crescimento de equipes ágeis.

  • O problema da perfeição: quando o ideal destrói resultados

    Um artigo na HBR discutiu o "problema da perfeição" enfrentado pelos gerentes e o seu impacto sobre a produtividade das equipes e a entrega de resultados. O desejo de encontrar o ponto de equilíbrio exato ou a solução ideal acaba resultando no outro extremo: paralisia, falta de ação e ausência de soluções. Veja práticas para evitar o problema.

  • Aprendemos com a história? Ideias antigas mostram que não

    Gerald Weinberg, autor reverenciado na indústria de computação, descobriu que trocando apenas um termo num antigo artigo seu sobre programação estruturada, suas recomendações passavam a se aplicar também a métodos ágeis. O autor apresenta preocupações com os ciclos de modismos em novas técnicas, e como a indústria raramente parece aprender com a história – e aconselha como progredir.

  • Scrum Guide Atualizado: Foco no Framework

    Os criadores do Scrum, Ken Schwaber e Jeff Sutherland, o lançaram uma importante atualização do Scrum Guide, que reforça um dos valores mais praticados pelos agilistas: a busca pela simplicidade. Com a atualização, o guia ficou mais claro, focado e sucinto. Concentra-se principalmente no framework do Scrum, evitando incluir melhores práticas (que serão detalhadas em texto separado).

  • Vendas e Agile: Água e Óleo?

    Vendas devem ser ágeis. Um bom vendedor analisa a situação e se adapta a ela para deixar os envolvidos mais confortáveis, e só então apresentar uma solução válida. Mas pode haver um problema quando o vendedor busca se tornar excessivamente ágil, passando a oferecer "balas de prata". Seria este um fenômeno comum que tem prejudicado diversos projetos ágeis?

  • O Legado de Eli Goldratt

    Há duas semanas, morreu Eli Goldratt, criador da Teoria das Restrições (ToC). O primeiro e mais famoso livro de Eli foi The Goal (A Meta), que define a ToC. Seu legado continuará a influenciar indiretamente a comunidade Agile pela incorporação de suas ideias e técnicas que aplicamos todos os dias.

  • Precisamos mesmo da iteração zero?

    É comum que diversas atividades precisem ser realizadas antes do início de um projeto, e só depois se passe a atividades que agregam valor de negócio para os clientes. Com esse objetivo, equipes ágeis muitas vezes utilizam uma iteração inicial, conhecida como iteração ou sprint zero. Mas seria esta a maneira mais adequada?

  • Felicidade e auto-organização em equipes 

    Teria a felicidade impacto sobre os resultados de equipes auto-organizadas? Mark Levison cita uma pesquisa em psicologia indicando que a escolha e o controle são intercambiáveis: "se as pessoas têm pouco poder, lutam pela escolha; se têm muitas escolhas, esforçam-se menos para obter poder. Isso explicaria os sucessos e as dificuldades com a auto-organização?

  • Falhou, e agora? Aprendizado em face dos erros

    Erros geralmente resultam em frustração, desentendimentos e caça às bruxas. E são desperdiçados quando não aprendemos com eles. Como as equipe ágeis transformam os erros em algo proveitoso?

  • Dominando os Requisitos Não-funcionais

    É comum em equipes ágeis que haja dificuldades em estimar e especificar requisitos não-funcionais, como escalabilidade, interoperabilidade, facilidade de manutenção, desempenho, portabilidade e segurança. Em posts e artigos recentes, especialistas apresentam recomendações e boas práticas para lidar com esses requisitos em projetos ágeis.

  • Quadros Kanban: de Scrum a SysAdmin a vendas Lean

    Conheça vários quadros Kanban que podem ser utilizados em diversas áreas, desde a administração de sistemas até equipes de vendas. O Kanban é uma forma de trabalho que veio do pensamento Lean; quadros de Kanban podem ser utilizados por diversas equipes em uma empresa.

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