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  • HTTP-RPC: Um framework REST leve e independente de plataforma

    HTTP-RPC é um framework open-source que facilita o desenvolvimento de aplicações baseadas em REST. O framework permite que Web Services baseados em HTTP-RPC sejam desenvolvidos, e ao mesmo tempo preserva os princípios REST. Além disso, este artigo apresenta exemplos de utilização do framework que podem ser utilizados para criar Web Services RESTful em Java, Objective-C/Swift e JavaScript.

  • Programando com a biblioteca assíncrona do Scala

    Quando se fala em escalabilidade, um conceito chave é a programação assíncrona. A Programação Funcional e a linguagem Scala possuem uma biblioteca simples e completa para esse tipo de tarefa. Esse conceito consiste em realizar qualquer forma de tarefa fora da thread principal do sistema., ou seja, não tem sincronismo entre as requisições. É isso que vem a ser a idéia da programação assíncrona.

  • Construindo um container com menos de 100 linhas em Go

    A versão em código aberto do Docker lançada em março de 2013 provocou uma grande mudança na forma como a indústria de desenvolvimento de software realizava o empacotamento e implantação de sistemas modernos. Este artigo visa esclarecer as confusões existentes e explica como os containers vem sendo utilizado nas empresas.

  • Primeiros passos ao monitorar e otimizar a performance do ASP.NET

    “Essa página é lenta” é uma reclamação comum sobre web sites, especialmente desde que aplicações web começaram a substituir aplicações desktop. Enquanto a web tráz algumas características desejáveis como um acesso global, ela também tráz sua parcela de desafios no que diz respeito a performance.

  • Apps Mobile: estratégias para ter sucesso e sobreviver no mercado

    Muitos desenvolvedores lançam belos aplicativos nas app stores diariamente, mas sem uma boa estratégia de marketing – e seus apps terminam por ficar esquecidos. Como garantir que sua aplicação mobile se destaque das demais e mantenha bom ritmo de adoção?

  • O papel de um cientista de dados em 2016

    O papel do Cientista de Dados está ganhando muita atenção ultimamente, devido ao fato das organizações começarem a utilizar Big Data e análise de dados para adquirir insights a respeito de seus dados. Este artigo apresenta uma visão sobre o papel do Cientista de Dados para o ano de 2016.

  • Conhecendo o .NET Core

    Recentemente foi lançada a versão 1.0 do .NET Core, a versão cross-platform da plataforma .NET. Entenda as diferenças entre a plataforma .NET tradicional e a core, a motivação da Microsoft por trás de sua mais nova criação, além de um tutorial com os primeiros passos do .NET Core no Linux.

  • Reescrever ou refatorar?

    Rescrever um sistema por completo é uma decisão que nem sempre é tomada levando em consideração sua seriedade. Neste breve artigo são apresentados os motivos que levam a essa escolha, como lidar com esse cenário que não é raro no mundo corporativo e como evitar a criação de um sistema "descartável".

  • Descobrindo a verdade sobre produto mínimo viável

    Embora a definição de Produto Mínimo Viável ocasionalmente nos deixe tensos, o objetivo é extremamente valioso para companhias que desenvolvem produtos: para entender rapidamente o que o cliente quer. Entender o que os usuários querem antes de construir algo é uma boa prática de desenvolvimento de produtos. Ao investir em uma funcionalidade ou solução, tenha certeza que é a certa.

  • Prós e contras dos modelos de concorrência de microservices

    A eficiência e o consumo de recursos de microservices são fortemente afetados pelo seu modelo de concorrência. Escolher o modelo correto para sua solução é um requisito básico para seu sucesso. Glenn Engstrand investiga diferentes opções de ciclo de vida de serviços, dando exemplos das vantagens e desvantagens de cada escolha além de recomendações para implementação de cada modelo.

  • O Papel do Arquiteto de Solução

    Um arquiteto de solução tem a responsabilidade primária de reutilizar funcionalidades e serviços já existentes no parque tecnológico de uma empresa. Um de seus objetivos é de alinhar novas soluções aos princípios arquiteturais em uso, respeitando os padrões e integrações já existentes, buscando continuamente o balanceamento entre os requisitos funcionais e não funcionais.

  • 10 anos de Domain-Driven Design com Eric Evans

    Dez anos após o lançamento do livro Domain-Driven Design: Tackling Complexity in Software. Eric Evans fala sobre o que mudaria no seu livro e como o DDD mudou a maneira de construir sistemas.

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