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Início Metodologias no InfoQ Brasil

  • Código legível: Por que, como e quando você deve escrevê-lo

    A maioria das pessoas diria que deseja código legível e pode até preferir a legibilidade à funcionalidade. Mas quando se trata de pedir às pessoas para definir a legibilidade, as opiniões divergem. No Explore DDD 2018, Laura Savino falou sobre porque queremos código legível, o que realmente significa ser legível e quando a legibilidade deve ter prioridade sobre outras considerações.

  • Como o no-code e o low-code auxiliam desenvolvedores e usuários corporativos

    A abordagem no-code visa apoiar usuários no desenvolvimento e manutenção de seus aplicativos, enquanto a low-code simplifica o trabalho de desenvolvedores, tornando o trabalho mais produtivo. Ambas permitem um desenvolvimento mais rápido a custos mais baixos. À medida que a distinção entre essas abordagens diminui, usuários corporativos e desenvolvedores podem se unir e usá-las juntos.

  • Encontrando contextos delimitados usando Narrativas de Domínio

    As Narrativas de Domínio (Domain Storytelling) são uma forma de descobrir como as pessoas e sistemas trabalham juntos em um domínio, identificando os contextos delimitados e como estes se interconectam.

  • Capturar - Incorporar - Proteger: diretrizes para Domain-Drive Design

    “Ao usar a filosofia e as práticas centrais do DDD como diretrizes para o design e desenvolvimento de software, podemos resumi-las em três princípios: Capturar - Incorporar - Proteger.”, afirmou Steven A. Lowe em sua apresentação na conferência DDD eXchange deste ano. Capture o domínio. Incorpore o modelo no código. Proteja o modelo de domínio da corrupção de outros domínios.

  • Os gerenciadores de processos em sistemas baseados em eventos

    Publicar eventos para notificar sobre alterações num domínio mantém domínios diferentes desacoplados entre si, mas se realmente houver um fluxo lógico de eventos isso se torna implícito e difícil de acompanhar. Uma solução melhor é usar um gerenciador de processos (Process Manager) para acompanhar todo o processo, afirmou Bernd Rücker em sua apresentação deste ano na conferência DDD eXchange.

  • Escolhendo uma arquitetura orientada a eventos

    Quando fazemos o design de um sistema distribuído, eventualmente baseado em microservices, e ao considerar utilizar uma arquitetura orientada a eventos, podemos escolher vários modelos e tecnologias. Descrevendo diferentes estilos de arquiteturas orientadas a eventos, David Dawson alega que requisitos não funcionais são o fator principal na escolha de como implementar uma arquitetura deste tipo.

  • Agile Trends Pocket Belém - 2016

    As edições Pocket do Agile Trends reúnem palestrantes de renome nacional e palestrantes de empresas locais que praticam agilidade com maturidade e resultados significantes. Os Agile Trends Pockets são edições compactas realizadas em cidades brasileiras com o objetivo de oferecer novas ideias e experiências a diferentes regiões do Brasil.

  • Macro e micro arquitetura, DDD e CQRS

    Começar um novo projeto escolhendo primeiro a tecnologia e framework, e então voltar-se para o problema do projeto, pode ser bastante perigoso. Jeppe Cramon falou em uma recente apresentação sobre macro e micro arquitetura, DDD e CQRS.

  • Gerenciando portfólios de projetos com salas Obeya

    Obeya é uma abordagem gerencial que utiliza salas de guerra e visualização para gerenciar projetos. O InfoQ realizou uma entrevista com Malika Mir para entender os motivos pelos quais ela implementou o Obeya, como eles estão utilizando o Obeya para gerenciar portfolios de projetos, suas experiências e os benefícios que foram alcançados com o uso desta abordagem.

  • Explorando a causa de problemas com a Análise de Hipóteses Concorrentes

    O método de análise de hipóteses concorrentes pode ser usado para avaliar múltiplas hipóteses concorrentes na investigação de problemas. O método reduz vieses cognitivos que humanos experimentam ao explorar a causa de problemas.

  • Seis maneiras de melhorar o Behavior-Driven Development

    Lembrar que a automação é um beneficio colateral, e não a razão do BDD, é o primeiro passo na busca por alcançar maior aderência à recomendações dos líderes da filosofia BDD. Joe Colantonio aponta seis maneiras de melhorar o trabalho feito utilizando o BDD.

  • Os 10 enganos mais comuns no DDD que se deve evitar

    Não interagir com especialistas do domínio é um dos enganos cometidos quando se utiliza DDD. Daniel Whittaker descreve 10 enganos que são cometidos regularmente pelos desenvolvedores.

  • Domain-Driven Design: A maneira errada

    As aplicações que alegam terem sido construídas usando o Domain-Driven Design (DDD) na realidade muitas vezes são constituídas de entidades ou DTOs separando os dados e a lógica junto com serviços contendo uma mistura de lógica de negócio e infraestrutura, afirma Gabriel Schenker, lembrando que isso muitas vezes também acontece na construção de novos projetos.

  • Mudando de uma Arquitetura Monolítica para de Microserviços na SoundCloud

    Mudar a arquitetura da SoundCloud para Micro Serviços foi fundamental ao permitir que nossas equipes entreguem novas funcionalidades de forma mais rápida, Phil Calçado compartilhou em uma série de 3 artigos suas experiências quando saíram de uma arquitetura de sistema monolíttico para micro serviços

  • Eric Evans: desafiando os pressupostos fundamentais do DDD

    Durante a DDD Exchange deste ano, ocorrida em Londres, Eric Evans desafiou seus próprios pressupostos sobre Domain-Driven Design a fim de encontrar pontos fracos no modelo.

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