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Feedback, não-feedback e feedback espontâneo

| por Vikas Hazrati , traduzido por Paulo Rebelo em 12 mai 2011. Tempo estimado de leitura: 1 minuto |

O feedback no desenvolvimento ágil é fundamental. O feedback faz parte de praticamente todos os aspectos das práticas ágeis – de testes unitários, a integração contínua, a reuniões diárias e retrospectivas, até demonstrações de final de sprint. Apesar disso tudo, haveria ainda alguns ciclos de feedback incompletos?

Jurgen Apello, citou Peter Drucker, quando o guru da administração sugeriu que a falta de feedback (ou "não-feedback") é ainda mais importante do que o feedback.

Drucker já escreveu: mais importantes do que os seus clientes são seus não-clientes. E por que não são ainda seus clientes? De maneira similiar, ainda mais importante que o feedback pode ser o não-feedback.

Como diz Jurgen, há muitas pessoas que não gostam de falar e é importante obter feedback desse grupo. Isso mudaria consideravelmente o feedback como um todo. 

Por que temos apenas 10 avaliações entregues quando há 20 alunos no curso? Por que temos somente 11 opiniões na Amazon, com um número muito maior de leitores do livro? E por que tão poucos bugs são reportados para o nosso produto?

Lisa Crispin diz em seu blog que o aprendizado ocorre de maneira diferente para pessoas diferentes e que o feedback terá também uma forma distinta. Lisa sugere que pessoas sejam encorajadas a oferecer feedback usando o mecanismo com que se sintam mais confortáveis – por meio de uma reunião individual, discussões, diagramas etc.

As equipes, portanto, precisam trabalhar muito para identificar as formas de converter o não-feedback em feedback. Também devem refinar continuamente o não-feedback em feedback.

Marc Löffler sugere que, além de oferecer feedback quando solicitadas, as pessoas (especialmente membros da equipe) devem fornecer feedback assim que perceberem que algo está errado. Segundo Löffler:

Se usuário está incomodado, insatisfeito ou aborrecido, ele deve falar. Não haverá represálias se o usuário disser o que observou. Na maioria dos casos, os desenvolvedores ficarão felizes em saber que alguém teve a coragem de dizer a verdade.

Quantas vezes você recebe feedbacks espontâneos ou observa o não-feedback em seu time?

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