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Twitter abre fontes do Clutch: desenvolvimento iOS e testes A/B

por Abel Avram , traduzido por Alex Chiaranda em 16 Out 2012 |

O Twitter anunciou a abertura do código do Clutch. O projeto contém dois componentes principais: o Clutch Framework, para criação de aplicações híbridas para iOS utilizando Objective-C, HTML e JavaScript, e o Clutch A/B Testing para executar testes nativos para aplicações iOS e Android.

Com o Clutch Framework, pode-se criar aplicativos nativos para iOS utilizando Objective-C e também incluir, em uma UIViewController, uma ClutchView com componentes HTML e JavaScript como subview. Os eventos são trocados entre as views para que sejam processados no local apropriado. A documentação recomenda que animações, janelas modais e operações de mudança de tela sejam feitas nativamente, enquanto textos simples ou alterações de conteúdo sejam criadas com JavaScript.

O Clutch A/B Testing possui duas variações:

  • Normal - existem duas bases de código, e o servidor alterna entre elas, coletando métricas e gerando relatórios sobre o resultado dos testes;
  • Data-driven (orientado a dados) - há apenas uma base de código, que é estendida com diferentes configurações dos dados. Isso resulta em mudanças no comportamento e aparência da aplicação. Algumas métricas são coletadas e um relatório é gerado.

Testes A/B são utilizados para comparar a eficácia de duas variantes de uma aplicação, e são geralmente utilizados para determinar qual aparência a aplicação final deve apresentar antes de ser disponibilizada ao público.

O Clutch A/B Testing possui SDKs para iOS e Android. Os fontes estão disponíveis no GitHub do projeto Clutch.io.

O Clutch era oferecido como serviço pelo Clutch.io, permitindo aos desenvolvedores criar aplicações online. Após ser adquirido pelo Twitter em agosto desse ano, o time do Clutch.io prometeu que disponibilizaria todo o framework para ser utilizado localmente. Isso agora se tornou possível com a abertura do código. Os serviços prestados pelo Clutch.io terminarão em 1 de novembro, mas a equipe do projeto garante que as bibliotecas foram projetadas para falhar amigavelmente, portanto os usuários não vão notar quando o serviço online não estiver mais disponível.

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