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Caça aos bugs: Aprimorando a capacidade dos testes

| por Rui Miguel Ferreira Seguir 4 Seguidores , traduzido por Rafael Sakurai Seguir 35 Seguidores em 09 jan 2014. Tempo estimado de leitura: 1 minuto |

Klaus Olsen, membro do conselho de integração do Modelo de Maturidade de Testes (TMMi - Test Maturity Model integration), falou sobre como caçar testes pode ser informal e divertido na conferência Testing Portugal 2013.

Na apresentação "Impulsione seus testes e vamos caçar bugs!", Olsen recomenda caçar bugs quando:

  • Uma nova versão está pronta para os testes e há necessidade de mensurar o nível de maturidade;
  • Ocorre a transição entre as fases do estado e está se preparando para as próximas fases;
  • Há procedimentos ou mecanismos bem definidos de testes entre a equipe. Usado como um desafio na fase de testes.

Olsen sugere o uso do teste exploratório para caçar os bugs, inicialmente definido por Cem Kaner como:

… um estilo de teste de software que enfatiza a liberdade pessoal e a responsabilidade do testador individual para otimizar continuamente a qualidade do trabalho tratando o aprendizado relacionado aos testes, design de testes, execução de testes e interpretação dos resultados dos testes como atividades de apoio mútuo que são executadas em paralelo ao longo do projeto.

James Bach define em seu web site como:

… um processo interativo da exploração concorrente do produto, design e execução de testes. O resultado de uma sessão de testes exploratórios é um conjunto de anotações sobre o produto, falhas encontradas e um registro conciso de como o produto foi testado.

Olsen recomenda usar os testes exploratórios quando há poucas pessoas com o papel de testador, não há tempo alocado para os testes ou a documentação de requisitos é fraca.

Se houver procedimentos robustos para testes de alto risco, você também pode usar os testes de exploração para os de baixo risco.

Para desenhar cenários de testes, Olsen sugere uma técnica chamada Teste de Novela. No teste de novela, os cenários de testes são baseados na vida real, condensados e excessivos. Seu uso eleva as possibilidades de encontrar bugs menos comuns ou mesmo "buracos" no design. Isso também tem como objetivo deixar a tarefa de testes mais interessante e divertida.

A apresentação sobre essa técnica pode ser encontra no site da ANZTB, a partir da palestra do Olsen na conferência de Testes 2013 em Canberra, Austrália.

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