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Projeto Oxford Microsoft: mais inteligência em aplicativos via APIs RESTful

| por Sergio De Simone Seguir 21 Seguidores , traduzido por John Moura Seguir 0 Seguidores em 19 jun 2015. Tempo estimado de leitura: 1 minuto |

Sob o nome de Projeto Oxford, a Microsoft disponibilizou um conjunto de APIs RESTful com o objetivo de possibilitar a contrução de aplicativos com recursos de reconhecimento facial, processamento de fala e outros algorítmos de aprendizado de máquina. Parte do portifólio do Azure, as novas APIs em estágio beta são gratuitas para uso de até 5000 requisições por mês.

O Projeto Oxford, que possui uma demonstração prática, inclui quatro componentes principais:

  • Reconhecimento facial, que pode ser utilizado para reconhecer rostos em fotografias e verificar se duas faces pertencem a uma mesma pessoa. Segundo a Microsoft, este recurso pode ser usado para potencializar a autenticação facial;
  • Processamento de fala, que provê traduções fala-para-texto e texto-para-fala;
  • Ferramentas visuais, que podem ser usadas para analisar imagens e identificar conteúdo impróprio, ou detectar e compreender texto, e até mesmo classificar conteúdo visual, como imagens de praias, animais, comida, entre outros;
  • Serviço Inteligente de Compreensão de Linguagem (LUIS - Language Understanding Intelligent Service), que promete permitir que aplicativos compreendam a intenção do usuário quando este escreve ou fala uma sentença em linguagem natural. Esta última API está disponível somente para convidados.

Além de APIs RESTful, o Projeto Oxford também provê SDKs para facilitar a integração de seus serviços em ambas as plataformas .Net e Android. Um SDK de velocidade é adicionalmente provido para o iOS.

Para cada serviço, o Projeto Oxford inclui uma documentação detalhada que guiará os desenvolvedores por todos os passos desde assinar um serviço até integrá-lo a um aplicativo básico.

Conforme declarações do TechCrunch, a Microsoft costumava oferecer um conjunto similar de APIs sob o nome do Bing que, de acordo com Ryan Galgon, um gerente de programa sênior do Projeto Oxford no centro de tecnologia e pesquisa da Microsoft, era mais voltado à experiência desktop.

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