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Android Things: suporte ao aprendizado de máquinas e visão computacional

| por Sergio De Simone Seguir 4 Seguidores , traduzido por Rafael Sakurai Seguir 1 Seguidores em 22 fev 2017. Tempo estimado de leitura: 1 minuto |

A versão Developer Preview 2 (DP2) do Android Things lançada recentemente facilita o uso do TensorFlow para aprendizado de máquinas e visão computacional nos dispositivos IoT. Além disso, também estende o áudio USB para diversas plataformas IoT, adiciona suporte ao Intel Joule, e permite o uso direto de drivers nativos por meio da nova API Native PIO.

Está pronto para uso a biblioteca do TensorFlow pré-construída para ARM e x86, e pode ser utilizada facilmente por meio de uma única linha no arquivo build.gradle. Um exemplo incluído no DP2 demonstra como criar um aplicativo com uso do TensorFlow para classificar imagens capturadas pela câmera e falar o resultado se o alto-falante estiver disponível. Este exemplo demonstra o TensorFlow como modelo de inferência, construído utilizando a arquitetura de redes neurais convolucionais profunda do Google Inception.

O DP2 também permite usar drivers nativos em C/C++ por meio da nova API Native PIO, assim permitindo que os programas já escritos para comunicar com periféricos, como luzes, trancas de portas, entre outros, possam ser reutilizados. A API Native PIO permite que os desenvolvedores estendam as aplicações Android Things baseado em Java com códigos C ou C++ que podem ser ligados ao framework Android Things. Por exemplo, um driver pode gerar um KeyEvent normal do Android em resposta a ativação de um pin ou gerando uma localização no GPS com a API de localização do Android. Também é possível escrever os aplicativos Android Things inteiramente em C/C++, se assim for desejado, chamando a API Native PIO dentro da NativeActivity.

O DP2 incluiu suporte a áudio via USB no Intel Edison e Raspberry Pi 3, e também introduz suporte a plataforma Intel Joule, que aumenta para quatro o número de plataformas de hardwares suportados.

O Android Things é a plataforma IoT do Google que permite os desenvolvedores escreverem seus aplicativos IoT de modo similar a escrita de um aplicativo mobile, integrando as usuais APIs do Android e os serviços na nuvem do Google com a Things Support Library, que disponibiliza acessos aos sensores e atuadores, e permite a inclusão de eventos de hardware customizados em seus aplicativos por meio dos drivers dos usuários. O Android Things usa o Google Weave como plataforma de comunicação.

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