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JavaOne Keynote: IBM com OpenJ9 e Open Liberty; Comunidade Java na Matrix

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O Keynote do JavaOne começou com a demonstração de suas últimas contribuições para open source: OpenJ9, Open Liberty e MicroProfile. John Duimovich, engenheiro notável da IBM, apresentou com uma palestra intitulada "IBM e Java: Alimentando a próxima geração da inovação". O keynote da IBM está disponível no vídeo a seguir:

Duimovich explicou como a IBM está impulsionando a inovação no ecossistema Java porque a nuvem os forçou a isso. As mudanças inovadoras são necessárias para o desenvolvimento nativo da nuvem. Como é preciso ver para crer, ele levou ao palco Alasdair Nottingham para fazer uma demonstração do J9, de tudo que há no Open Liberty e de MicroProfile.

Nottingham apresentou um aplicativo chamado "Acme Gifts", disponível no GitHub. Ele demonstrou como é possível prover resiliência com Hystrix e métodos de fallback, e encerrou o container Docker para provar que tudo funcionou realmente.

IBM Demo

A entrevista de Nottingham para a InfoQ está disponível em IBM apresenta o Open Liberty, um runtime open source para microservices em Java.

Duimovich falou sobre o IBM Cloud Private, um ambiente completo para desenvolvedores. Ele chamou de "Nuvem para dev, em vez de apenas nuvem para ops" e acha que se tornará mais usual no futuro.

O J9 open source da IBM é a máquina virtual Java à qual eles afirmam ser "otimizado para nuvem e microservices", tendo suporte para objetos compactados, multitenancy, AOT, GPU, classes compartilhadas e muito mais ainda por vir.

Duimovich disse que em seus testes, o J9 possui um footprint de memória 2x menor e começa 2x mais rápido que o HotSpot.

Para demonstrar o desempenho, nos concentramos em medir os pontos fortes do OpenJDK com o Eclipse OpenJ9 em comparação com um OpenJDK com Hotspot. Escolhemos o aplicativo Daytrader3 por permitir realizar medições de diferentes métricas de desempenho, ao contrário de muitos micro-benchmarks que se concentram quase que exclusivamente em throughput. As métricas nas quais focamos incluem o tempo de inicialização, o tamanho do footprint da JVM durante a execução e, claro, a taxa de transferência.

Ian Robinson subiu ao palco para falar sobre inovação aberta e microservices. Os microservices e as plataformas da nuvem mudaram o papel do contêiner de aplicações. Os desenvolvedores precisam ter habilidades bem definidas centradas em aplicações. Eles precisam que suas aplicações sejam empacotadas durante a integração e entrega contínua. Basicamente, é necessário um pipeline CI/CD, executado em contêineres virtuais leves que estão ligados às capacidades da plataforma em nuvem para roteamento, gerenciamento, dimensionamento e tolerância a falhas.

Robinson on Java EE

O Java EE ganhou a reputação de ser monolítico mesmo existindo muitos bons exemplos não-monolíticos como: TomEE e WildFly. Enquanto as aplicações Java EE puderem ser empacotadas dentro de uma unidade de implementação na nuvem, ele continuará a ter sucesso. Com o Liberty, fizemos tudo o que os desenvolvedores nos pediram para fazer.

Open Liberty

A IBM doou 3,5 milhões de linhas de código por meio do Open Liberty. Todo o desenvolvimento em curso do WebSphere está entrando no Open Liberty. É possível executá-lo em produção com uma licença EPL e obter suporte por meio de uma licença do WebSphere.

O Open Liberty tem um tempo de execução modular, construído desde o início. O que o torna diferente de outros tempos de execução é o seu modelo de configuração. Os desenvolvedores adoram inovar, mas a introdução de inovações em um data center pode ser algo assustador. É possível introduzir novos recursos no Open Liberty sem tirar coisas antigas do lugar.

Robinson anunciou o Microservice Builder, um site que ajuda a construir microservices com Docker, Git e Bluemix CLI. Também demonstrou como fazer a entrega contínua de contêineres com microservices em um ambiente Kubernetes.

Microservice Builder

Para o Java EE continuar relevante, é necessário avançar e inovar rapidamente.

Robinson apresentou John Clingan, gerente de produto sênior da Red Hat e co-líder Eclipse MicroProfile.

MicroProfile

Clingan observou que a cadência dos lançamentos do Java EE estava diminuindo. A entrega de aplicações monolíticas era excelente e madura. Muitos fornecedores começaram a criar tempos de execução leves. Em vez de experimentar separadamente, eles se juntaram com outros fornecedores e criaram o MicroProfile para colaborar nas API de microservicos.

Eles se juntaram ao Eclipse Foundation devido a transparência, abertura e para nivelar o jogo.

A comunidade MicroProfile já passou pelo processo e esperam ajudar o Java EE a fazer a transição. Mas eles continuarão a trabalhar no MicroProfile, e precisam de ajuda para se alinhar com o EE4J. Eles podem enviar JSRs ou podem dobrar MicroProfile para EE4J. Por favor, contribua e deixe-os saber como eles devem trabalhar juntos!

Thanks to all of you!

Após a IBM, Stephen Chin subiu ao palco para encerrar o Keynote da Comunidade Java. Ele mostrou seu vídeo da turnê de motocicleta do Oracle Code Japan no ano passado e então convidou Kevin Nilson, do JUG Silicon Valley, ao palco. Se estivesse no JavaOne do ano passado, saberia que este foi um momento único. O público riu e sorriu.

O Keynote da comunidade com Chin (e muitos atores) está disponível no vídeo a seguir ou simplesmente se preferir pode assistir os momentos principais.

Chin começou um diálogo com Nilson, dizendo-lhe que estavam fazendo um filme e precisavam que todos se afastem. Durante a próxima hora, Chin e uma série de membros da comunidade Java tomaram o palco para atuar em um filme semelhante ao Matrix. Houve muitas risadas, momentos estranhos e rostos familiares no palco.

Se você estiver com pressa, tirei uma série de fotos que podem ajudá-lo a visualizar a diversão que tivemos.

Why are we here?

Saiba Mais

A InfoQ registrou todas as palestras principais do JavaOne 2017. A seguir estão disponíveis os resumos da abertura de segunda e terça-feira:

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