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Rust ganha compilador incremental e formatação de código padrão

| por Sergio De Simone Seguir 13 Seguidores , traduzido por José Alex Marques Coqueiro Seguir 0 Seguidores em 08 mai 2018. Tempo estimado de leitura: 2 minutos |

A versão 1.24 da linguagem Rust traz duas importantes funcionalidades: compilação incremental e formação de código padrão (rustfmt).

A equipe de desenvolvedores do Rust começaram a trabalhar na compilação incremental no final de 2015 e lançaram uma versão alpha em setembro de 2016. Desde então, a equipe tem trabalhado nesta funcionalidade para torná-la pronta para produção, corrigindo bugs e melhorando sua exatidão. A partir de agora, a versão 1.24 vem com a compilação incremental ativada por padrão. Se não quiser usá-la, basta desativá-la por projeto, por meio da propriedade profile.dev.incremental no arquivo Cargo.toml, ou globalmente, na propriedade build.incremental no arquivo .cargo/config.

Compilação incremental não é a única mudança incluída na versão 1.24 que visa melhorar o desempenho. De fato, essa versão estabilizou as codegen-units, que torna possível executar múltiplas fases de geração de código por compilação de forma paralela. Um ponto negativo do novo comportamento das codegen-units é que o arquivo binário gerado no final da compilação tende a ser um pouco mais lento. Para desabilitar esse novo comportamento e garantir o desempenho máximo em tempo de execução. Esta configuração pode ser realizada por meio da propriedade codegen-units com seu valor igual a 1, no arquivo Cargo.toml.

Essa versão também traz uma pré-visualização do comando rustfmt, uma ferramenta para formatação de código de acordo com configurações de estilo. É possível instalar o rustfmt-preview rodando o comando rustup component add rustfmt-preview e então formatar o código fonte de um arquivo com o comando rustfmt <arquivo>, que também irá formatar todos os módulos incluídos no arquivo.

O comando rustfmt suporta vários modos de saída que podem ser escolhidos por meio da flag --write-mode na linha de comando. É possível, por exemplo, sobrescrever o arquivo original, substituí-los após a criação de backups, ou apenas exibir a saída formatada e muito mais. O comando rustfmt também pode ser integrado com muitos editores, incluindo o Vim, Emacs, Sublime Text 3, Atom e outros.

Para um detalhamento completo das novidades na versão 1.24 do Rust, consulte as notas de lançamento da versão.

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