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Início Testes de Software no InfoQ Brasil

  • Projetando Serviços Resilientes: Nora Jones comenta sobre a Engenharia de Caos da Netflix no QCon SF

    No QCon SF Nora Jones, engenheira de caos sênior da Netflix, discorreu sobre o projeto de serviços resilientes na empresa. Entre os principais tópicos comentados estão: a experiência do cliente é uma prioridade; o design da capacidade de resiliência é uma responsabilidade compartilhada e as mudanças de configuração podem causar interrupções.

  • Reações à Proposta de Padronização de Testes de Software

    O ISO/IEC/IEEE 29119 é um padrão proposto para teste de software que gerou muita reação na indústria, em grande parte contra sua implementação.

  • Epidemia dos bugs: corrigir agora ou postergar?

    Elizabeth Hendrickson escreveu recentemente sobre a quantidade de horas que já gastou em reuniões de triagem de bugs – e que muitas empresas desperdiçam tempo e dinheiro em processos de testes, sem aproveitar as informações reveladas por eles, levando a uma "epidemia de bugs".

  • Psicologia Aplicada para Engenheiros de Software

    John R. Fox publicou este mês seu livro “Trabalho Digital em um Mundo Analógico”, cujo subtítulo “Melhorando a Engenharia de Software através da Psicologia Aplicada” indica o verdadeiro objetivo: discutir os aspectos psicológicos no contexto de engenharia de software. O foco são os aspectos e práticas psicológicos relevantes para os engenheiros de software.

  • Selenium 2: união com WebDriver, API otimizada e maior integração com browsers

    O conhecido framework para testes de aplicações web, Selenium, juntou-se a um ex-concorrente, o WebDriver. Na sua versão 2.0, oferece uma API mais elegante e melhor integração com navegadores.

  • NativeDriver do Google: Testes nativos para dispositivos móveis

    O Google disponibilizou a biblioteca NativeDriver, uma implementação da API WebDriver. O NativeDriver é um framework de automação de testes que utiliza a interface nativa do dispositivo para a execução de testes funcionais de aplicações móveis.

  • Representando testes ágeis

    Vários membros da comunidade Agile têm explorado estilos para a representação e registro de testes, usando desde listas simples e tabelas, a estruturas lógicas e mapas mentais.

  • Refactoring em TDD deve incluir os testes?

    O conceito de refactoring do código/projeto deve ou não incluir uma visita de refactoring também aos testes. Deve-se aprimorar o design dos testes com refactoring?

  • Quebrando paradigmas: Como mostrar o real benefício dos testes e TDD?

    Como explicar testes para uma pessoa que nunca escreveu sequer um teste? Como mudar a visão de um programador mostrando que testes são sim úteis? Se para um desenvolvedor já é difícil mudar sua mente em favor dos testes e TDD qual será o esforço necessário para que um gerente fique de acordo com tal prática?

  • TDD: Por onde começar meus testes?

    TDD é uma técnica bastante utilizada hoje por diversos times. Porém essa forma de iniciar sua funcionalidade pelo teste deve começar por qual parte do nosso projeto? Se estivermos utilizando uma abordagem MVC devemos começar pelos controladores, pela tela ou pelo modelo?

  • Usando a Nuvem: Dois exemplos

    A maioria das discussões sobre cloud computing tem foco nas ferramentas, fornecedores, economia e segurança. Enquanto esse foco é apropriado para uma tecnologia emergente, se torna mais fácil perceber o valor da cloud computing quando você tem exemplo de aplicações, ou estudos de caso.

  • Cobertura de Teste e a Falsa Impressão de Segurança

    É muito difícil dizer quanto um software está "bem testado". Como é definido um software bem testado? O que os desenvolvedores constumam utilizar em seus projetos são métricas de cobertura de teste que verificam, de diferentes formas, a porcentagem que o seu código está testando. A questão é, podemos confiar nessa porcentagem? Como fazer com que ela não nos atrapalhe?

  • Os efeitos diretos e indiretos de TDD

    TDD garante boa cobertura de testes, mas não necessariamente um bom design do seu código. Esko Luontola em seu blog cita alguns efeitos diretos e indiretos da prática de Test Driven Development no código.

  • Testes de Aceitação Automatizados de fácil Manutenção

    Testes automatizados frágeis acabam por levar as empresas a abandonar as iniciativas de automatização, de acordo com Dale Emery. Em um artigo recém-publicado, Dale compartilha algumas iniciativas práticas para se evitar problemas com automatização de testes. Ele começa com algum código típico de automatização e o evolui de forma a torná-lo mais robusto e menos custoso de se manter.

  • Testes com Selenium

    Que testes são fundamentais no processo de desenvolvimento de software, todo mundo já sabe, mas a decisão de uma empresa em como realizá-los é algo que influencia diretamente a qualidade do produto e a produtividade da equipe. A InfoQ Brasil buscou saber o porque dessa popularidade, veja a opinião de Igo Coelho, que utiliza o Selenium como principal ferramenta na disciplina de testes do software.

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