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Início Agile no InfoQ Brasil

  • Qualquer empresa pode ser Agile? Difícil com arrogância e sem transparência

    Em artigo da InformIT, Aaron Erickson, autor do livro "The Nomadic Developer", afirma que poucas empresas estão preparadas para Agile e que não basta adotar algumas ferramentas e técnicas; é preciso realizar uma "transformação ágil" na estrutura organizacional e na estrutura da empresa, com foco em transparência e comunicação.

  • Desmontando os mitos sobre equipes auto-organizáveis

    Esther Derby escreve em seu blog sobre o mito da auto-organização, afirmando que equipes auto-organizáveis necessitam sim de gerentes e que é o papel destes gerentes criar um ambiente de suporte, proteção e desenvolvimento das equipes.

  • O valor da estabilidade em equipes

    Kelly Waters, em artigo recente, afirma que a estabilidade das equipes gera grande valor para as empresas, produzindo melhores resultados e maior eficiência. Equipes estáveis, duradouras e coesas são capazes de atingir os estágios mais elevados de desenvolvimento. Essas ideias são apoiadas por outros especialistas como Jurgen Appelo e Bruce Tuckman.

  • O talento está supervalorizado? Consistência e foco podem valer mais.

    Em uma análise do livro "Talent is Overrated", o coach de Agile Steven List defende a "prática deliberada". Para ele, o mais importante para o desenvolvimento profissional é a consistência e o foco em melhoria. A busca da excelência e os desafios são os verdadeiros motivadores que resultam em sucesso, tanto do ponto de vista pessoal, quanto no das equipes e empresas.

  • Defendendo o time-box: sprints mais longas raramente são a solução

    O Scrum Coach Richard Lawrence discute em artigo recente os riscos de aumentar o tamanho das sprints, quando os resultados não estão sendo obtidos como esperado no tempo definido. Ele apresenta sete dos principais problemas que levam a essa decisão, muitas vezes precipitada, e apresenta uma série de recomendações.

  • Lean Startup substitui ou complementa o Agile?

    Joshua Kerievsky iniciou um intenso debate em um post recente intitulado "Agile vs Lean Startup", em que declara que Lean Startup é melhor que Agile e apresenta uma tabela contrastando vários aspectos das filosofias Agile e Lean Startup. Os princípios do Lean Startup poderiam substituir ou tornar obsoleto as práticas Agile, ou seriam os dois conjuntos de práticas complementares?

  • Quando a agilidade não é suficiente: precisamos revisar o Manifesto?

    Steve Denning aponta, em artigo recente, pontos fracos do Agile que precisam ser revistos para responder a mudanças ocorridas nos últimos dez anos após publicação do Manifesto Ágil. Apenas gerar software em funcionamento deixou de ser suficiente: o foco deve ser no encantamento dos clientes. Denning oferece recomendações de mudanças na filosofia Agile para adequação à nova realidade.

  • Se usuários não mudam as configurações, para que configurações?

    Pesquisas recentes por especialistas em experiência do usuário mostram que a grande maioria dos usuários mantém os valores padrão para todas as configurações dos softwares, mesmo perdendo com isso funcionalidades essenciais. O excesso de escolhas e a confiança nos desenvoldedores contribuem para uma situação que prejudica os dois lados da equação usuário-desenvolvedor.

  • Devemos contabilizar a correção de bugs na velocidade do time?

    Tem ocorrido diversos debates recentes sobre a decisão de contabilizar a correção de bugs na medição de velocidade de uma equipe ágil. A questão parece não possuir uma única resposta correta, contudo alguns agilistas discorrem sobre em quais casos a correção de bugs deve ser adicionada a contagem de velocidade e quando deve ser desconsiderada.

  • Podemos acabar com o papel do arquiteto em projetos ágeis?

    A indefinição sobre o real papel do arquiteto de software numa equipe ágil parece ainda longe de estar resolvida, como indicam posts recentes de vários líderes e coaches de Agile. Esse impasse pode comprometer a capacidade de entrega de valor aos clientes e a satisfação dos membros da equipe. Qual seria, então, o melhor caminho a ser seguido?

  • Assincronicidade e reuniões mínimas: paraíso dos desenvolvedores?

    O desenvolvimento de software é um trabalho criativo, e empresas sempre têm um ótimo retorno quando investem em um ambiente que propicie a criatividade da equipe. Como escreveu o desenvolvedor do Github, Zach Holman, em uma sequência de posts, uma decisão que muito contribui para a melhoria do ambiente de trabalho é fazer com que toda a interação da equipe se dê de forma assíncrona.

  • Gerenciamento 3.0 e auto-organização: equilíbrio e confiança são essenciais

    Em palestra recente no Brasil, Jurgen Appelo, autor do livro Management 3.0, apresentou recomendações para fortalecer uma equipe auto-organizada, buscando um meio-termo entre uma governança impositiva e a completa anarquia. Conheça mais sobre sua abordagem realista para liderança, gerenciamento e crescimento de equipes ágeis.

  • O problema da perfeição: quando o ideal destrói resultados

    Um artigo na HBR discutiu o "problema da perfeição" enfrentado pelos gerentes e o seu impacto sobre a produtividade das equipes e a entrega de resultados. O desejo de encontrar o ponto de equilíbrio exato ou a solução ideal acaba resultando no outro extremo: paralisia, falta de ação e ausência de soluções. Veja práticas para evitar o problema.

  • Painéis de controle para projetos ágeis: informação permanente para o PO e o time

    A disponibilização de informações relevantes para o Product Owner e o time Scrum podem significar o sucesso ou insucesso de um projeto. Veja recomendações e exemplos de como montar um painel de controle para projetos ágeis, apresentadas em artigo de Leopoldo Simini no site da Scrum Alliance.

  • Equipes e atenção escassa: a eficácia vem da variedade

    Ao pensar num determinado problema, inconscientemente limitamos as soluções. Deixamos de considerar fatores externos ao problema, mas que podem influenciar na sua resolução e favorecer novas respostas. Um artigo recente no Harvard Business Review fala sobre a atenção seletiva e seus efeitos sobre a criatividade e a visão sistémica, e a importância de se manter variedade e equilíbrio nas equipes.

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