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Início Agile nas empresas no InfoQ Brasil

  • Desmontando os mitos sobre equipes auto-organizáveis

    Esther Derby escreve em seu blog sobre o mito da auto-organização, afirmando que equipes auto-organizáveis necessitam sim de gerentes e que é o papel destes gerentes criar um ambiente de suporte, proteção e desenvolvimento das equipes.

  • Quando a agilidade não é suficiente: precisamos revisar o Manifesto?

    Steve Denning aponta, em artigo recente, pontos fracos do Agile que precisam ser revistos para responder a mudanças ocorridas nos últimos dez anos após publicação do Manifesto Ágil. Apenas gerar software em funcionamento deixou de ser suficiente: o foco deve ser no encantamento dos clientes. Denning oferece recomendações de mudanças na filosofia Agile para adequação à nova realidade.

  • Podemos acabar com o papel do arquiteto em projetos ágeis?

    A indefinição sobre o real papel do arquiteto de software numa equipe ágil parece ainda longe de estar resolvida, como indicam posts recentes de vários líderes e coaches de Agile. Esse impasse pode comprometer a capacidade de entrega de valor aos clientes e a satisfação dos membros da equipe. Qual seria, então, o melhor caminho a ser seguido?

  • Gerenciamento 3.0 e auto-organização: equilíbrio e confiança são essenciais

    Em palestra recente no Brasil, Jurgen Appelo, autor do livro Management 3.0, apresentou recomendações para fortalecer uma equipe auto-organizada, buscando um meio-termo entre uma governança impositiva e a completa anarquia. Conheça mais sobre sua abordagem realista para liderança, gerenciamento e crescimento de equipes ágeis.

  • Equipes e atenção escassa: a eficácia vem da variedade

    Ao pensar num determinado problema, inconscientemente limitamos as soluções. Deixamos de considerar fatores externos ao problema, mas que podem influenciar na sua resolução e favorecer novas respostas. Um artigo recente no Harvard Business Review fala sobre a atenção seletiva e seus efeitos sobre a criatividade e a visão sistémica, e a importância de se manter variedade e equilíbrio nas equipes.

  • Aprendemos com a história? Ideias antigas mostram que não

    Gerald Weinberg, autor reverenciado na indústria de computação, descobriu que trocando apenas um termo num antigo artigo seu sobre programação estruturada, suas recomendações passavam a se aplicar também a métodos ágeis. O autor apresenta preocupações com os ciclos de modismos em novas técnicas, e como a indústria raramente parece aprender com a história – e aconselha como progredir.

  • Melhores Livros de Agile, 2011

    Pelo segundo ano consecutivo, o escritor e consultor Jurgen Appelo divulgou sua lista dos 100 melhores livros de Agile. A lista é baseada em avaliações médias e pelo número de avaliações feitas nos sites Amazon.com e GoodReads.com.

  • Adoção de Scrum: rigidez em excesso?

    O Scrum é visto como uma metodologia de desenvolvimento de software flexível e adaptável, que foca na melhoria do processo de desenvolvimento e que já foi base de vários casos de sucesso. Contudo, muitas equipes continuam a sentir um grau de inflexibilidade e rigidez. O problema seria do Scrum ou da maneira como vem sendo adotado?

  • Scrum Guide Atualizado: Foco no Framework

    Os criadores do Scrum, Ken Schwaber e Jeff Sutherland, o lançaram uma importante atualização do Scrum Guide, que reforça um dos valores mais praticados pelos agilistas: a busca pela simplicidade. Com a atualização, o guia ficou mais claro, focado e sucinto. Concentra-se principalmente no framework do Scrum, evitando incluir melhores práticas (que serão detalhadas em texto separado).

  • Adoção de Agile em Ambientes de Medo

    Nem sempre é efetiva a transformação proposta pelo Agile ou sua adoção no ambiente de trabalho. Haveria pontos em comum nos casos de fracasso e estaria o medo relacionado a isso? Opiniões variam sobre o impacto dos diferentes tipos de medo sobre o sucesso com Agile. Conheça vários pontos de vista sobre essa questão.

  • Vendas e Agile: Água e Óleo?

    Vendas devem ser ágeis. Um bom vendedor analisa a situação e se adapta a ela para deixar os envolvidos mais confortáveis, e só então apresentar uma solução válida. Mas pode haver um problema quando o vendedor busca se tornar excessivamente ágil, passando a oferecer "balas de prata". Seria este um fenômeno comum que tem prejudicado diversos projetos ágeis?

  • Felicidade e auto-organização em equipes 

    Teria a felicidade impacto sobre os resultados de equipes auto-organizadas? Mark Levison cita uma pesquisa em psicologia indicando que a escolha e o controle são intercambiáveis: "se as pessoas têm pouco poder, lutam pela escolha; se têm muitas escolhas, esforçam-se menos para obter poder. Isso explicaria os sucessos e as dificuldades com a auto-organização?

  • Existiria um Tipo de Personalidade Ágil?

    Em diversas pesquisas recentes sobre o impacto dos tipos de personalidades em equipes ágeis, especialistas exploraram a existência de uma "personalidade ágil". Foi possível identificar algumas características fundamentais que sugerem uma relação entre a personalidade e a afinidade com os métodos ágeis, além do seu impacto sobre o desempenho das equipes.

  • Agile no Setor Público: Repercussão

    A notícia "Agile: fracasso no setor público?" recentemente publicada, gerou grande repercussão entre os leitores do InfoQ Brasil. Em comentários detalhados, vários especialistas nacionais adicionaram informações relevantes sobre suas experiências nessa área. Aqui é exposto um resumo das opiniões e traçado um breve panorama das questões de adoção de Agile no governo brasileiro.

  • Agile: Fracasso no Setor Público?

    Em um recente artigo na Computer Weekly, foi feita a controversa afirmação que projetos governamentais que seguirem a filosofia Agile estão fadados ao fracasso. O texto gerou uma longa sequência de comentários e discussões. Aqui são avaliados os vários lados da questão.

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