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Formando equipes de alto desempenho, parte 1: Início e fases de evolução
Esta série apresenta como o gerenciamento Agile fornece as práticas adequadas para aumentar o índice de sucesso em projetos. Relata experiências na implementação de um processo de gerenciamento baseado em Agile e como as práticas e cerimônias relacionadas contribuem para a formação de equipes. Nesta parte, será feita uma introdução geral e uma apresentação dos estágios de formação de equipes.
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Business Model Canvas, passo a passo
O Business Model Canvas (BMC), ou "Painel de Modelo de Negócios", é uma ferramenta estratégica que contribui muito para a construção rápida e visual de novos produtos ou serviços. Veja detalhes sobre cada um dos seus elementos e como preencher o Canvas, passo a passo.
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Google Apps Script, Parte 2: Google Docs, triggers e envio de emails
O Google Apps Script permite integrar dezenas de serviços do Google através de uma engine JavaScript no lado do servidor. Nessa segunda e última parte de uma série sobre a linguagem, conheça como funciona o envio de emails, a conversão de documentos e como criar menus e triggers.
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Serviços de cloud computing PaaS: um guia para desenvolvedores Java
Este artigo avalia seis dos mais importantes fornecedores de serviços de cloud computing PaaS (Plataforma como Serviço) para desenvolvedores Java, analisando critérios como desempenho, escalabilidade e tecnologias suportadas. São analisados serviços das empresas Amazon, Cloudbees, Google, Heroku, Red Hat e VMWare, e discutidas diferentes estratégias para a oferta de serviços.
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Canvas de Modelo de Negócios: uma contribuição para o sucesso de Startups
Novas empresas ou produtos precisam de uma ferramenta que resuma o seu modelo de negócios e suporte o processo sistemático de validação de hipóteses. Este era papel do plano de negócios, hoje considerado inadequado para ambientes de incerteza, como Startups. Pode ser substituído com vantagens pelo diagrama Canvas, que fornece uma visão padronizada, representando o caráter empírico do processo.
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Entrevista com Rebecca Parsons Parte 2: Agile Distribuído, Arquitetura vs. Design e SOA
Nesta segunda e última parte de uma entrevista exclusiva para InfoQ Brasil, Rebecca Parsons, CTO da ThoughtWorks, fala sobre o Agile Distribuído e técnicas para a definição de arquiteturas, além de apresentar mais detalhes sobre a Arquitetura Evolucionária.
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Entrevista com Rebecca Parsons Parte 1: Agile nas Empresas e Arquitetura Evolucionária
Nessa primeira parte da entrevista com a CTO da ThoughtWorks, veja recomendações sobre formas de construir e arquitetar sistemas para obter o máximo de flexibilidade e responsividade a mudanças, com detalhes sobre a Arquitetura Evolucionária, que leva conceitos das práticas ágeis para a arquitetura e a infraestrutura de sistemas.
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Agile das equipes à organização: o papel do gerente, estratégias e dicas para a adoção
Para os gerentes de projetos seguindo a linha tradicional, não resta muito tempo até que seja inevitável usar práticas ágeis. Pelo seu conhecimento da organização e sua capacidade de trabalhar com diferentes áreas da empresa, os gerentes podem assumir o papel crítico de liderar a introdução do Agile, das equipes técnicas até o nível de negócio.
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Sinais vitais de um projeto ágil: saúde através de indicadores
A análise e a monitoração dos indicadores da saúde de um projeto ganham interpretações e prioridades diferentes nos projetos ágeis, que focam principalmente a transparência, visibilidade, simplicidade e medidas quantitativas.
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Modelagem Ágil: aperfeiçoando a comunicação e a compreensão - Parte 1
A Modelagem Ágil está alinhada com os princípios e valores ágeis, e facilita a comunicação e compreensão, que são dois aspectos críticos para a entrega de software de qualidade. Veja porque a modelagem pode ser uma das mais importantes práticas no seu repertório de técnicas ágeis.
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Arquitetura do SpiderDuck em detalhes: o novo serviço de processamento de links do Twitter
O SpiderDuck é um novo serviço do Twitter para gerenciar e otimizar o processamento em tempo real de URLs inseridos em tweets. Foi projetado com 6 componentes principais, distribuindo a responsabilidade de consultar, processar e armazenar as informações de URLs. A arquitetura do sistema reduz o tempo de resposta e a latência, além de permitir o aumento em escala conforme o crescimento da demanda.