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O futuro do trabalho - Apresentações da manhã no Agile People Sweden

| por Ben Linders Seguir 29 Seguidores , traduzido por Edeilson Silva Seguir 2 Seguidores em 15 fev 2018. Tempo estimado de leitura: 2 minutos |

A quinta Agile People Sweden Conference aconteceu em Estocolmo nos dias 23 e 24 de Outubro e o tema da conferência foi: O futuro do trabalho - Escalando o desenvolvimento ágil para melhorar a qualidade do trabalho.

O objetivo do Agile People é estar na linha de frente das mudanças organizacionais:

Existe uma mudança ocorrendo no mundo do trabalho. As empresas estão se tornando mais inspiradoras, humanas e com propósitos. Elas estão se adaptando aos humanos e ao futuro. Negócios se transformam em força para o bem. O potencial das pessoas está sendo liberado para um impacto social na vidas das pessoas, da comunidade e do mundo.

A conferência é organizada pela Agile People Association e contou com 210 participantes, tendo todos os ingressos esgotados. O InfoQ cobriu o evento com notícias, entrevistas e artigos.

Jurgen Appelo falou, no keynote de abertura, sobre Níveis de Agilidade. Ele declarou que o redesenho das organizações por conta da agilidade está no topo da lista para a alta gestão (C-level). Programas de mudanças tradicionais normalmente falham e quando implementadas por estes tipos de programas não funcionam, assim pessoas voltam aos padrões e hábitos de trabalho existentes. Appelo sugeriu uma abordagem baseada em jogos para a mudança organizacional. Empresas precisam se transformar, serem capazes de balancear a hierarquia e as relações, serem eficientes e efetivas, além de executarem e inovarem. Elas só podem alcançar isso motivando pessoas a mudar constantemente, afirmou.

Em seguida, James Priest falou sobre empresas amplamente ágeis com sociocracia 3.0. "Estamos exigindo métodos e estruturas e tentando encaixar as pessoas, que criam resistência com razão", diz Priest. A única coisa que facilita a colaboração efetiva nesta escala são as pessoas. Ele explicou os princípios da sociocracia 3.0 e explorou um menu de padrões por atividades como co-criação e evolução, pares de desenvolvimento, construindo as organizações, definindo acordos e focando em interações. A sociocracia 3.0 define governança como "Decisão continuada do que fazer para alcançar os objetivos e definir restrições de como e quando coisas devem ser feitas". "Governança e agilidade andam juntas. Uma boa governança liberta as pessoas para decidir e fazer o seu melhor!", argumenta Priest.

A última sessão da manhã foi o keynote de Bonnitta Roy, sobre como a auto-organização acontece e porque podemos confiar nela. As pessoas se organizam para distribuir demandas de tarefas. Por conhecer pessoas que trabalham com desenvolvimento de software por exemplo, muitas tarefas são cognitivas. De acordo com Roy, auto organização recai sobre simples protocolos para gerar um ambiente rico em complexidade. "Padrões da sociocracia 3.0 são um exemplo desses protocolos simples", disse ela. Podemos usar ferramentas de bom senso para encontrar a posição que se está e em seguida decidir o que fazer.

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