13 Razões para Programadores Java aprenderem Flex e BlazeDS
Treze razões para que programadores java aprendam Flex e BlazDS. Ele discute sobre o porquê que Flex e BlazeDS é uma das melhores opções para desenvolver aplicações ricas de internet.
Rastreando mudança e inovação na comunidade de desenvolvimento de software corporativo.
Postado por Manoel Pimentel em 07 Nov 2008 09:30 AM
Continuando com a publicação dos materiais usados no evento de lançamento da InfoQ Brasil, segue o material usado na palestra Arquitetando o Futuro da TI, feita por Wagner Santos, arquiteto com larga experiência na comunidade Java, que trouxe um pouco de sua bagagem para ilustrar os tipos de assuntos tratados da queue de Arquitetura da InfoQ Brasil .
Nessa apresentação, Wagner, mostrou uma incrível capacidade de sintetização e objetividade para falar sobre arquitetura, o que tornou a palestra muito interessante para o público presente.
Alguns tópicos dessa apresentação foram:
Portanto, confira abaixo os slides de mais essa ótima apresentação.
Criando um Processo Ágil para Desenvolvimento de Software
Padrões de Design de Interação - Parte II
Padrões de Design de Interação - Parte I
Treze razões para que programadores java aprendam Flex e BlazDS. Ele discute sobre o porquê que Flex e BlazeDS é uma das melhores opções para desenvolver aplicações ricas de internet.
Rob Bazinet e Matthew Bass, ambos da InfoQ, tiveram a oportunidade de conversar com Jeremy McAnally, sobre o livro "Ruby in Practice" no qual foi co autor junto à Assaf Arkin.
Danijel Arsenovski tenta esclarecer alguns mitos sobre refatoração e como isso se aplica para desenvolvedores .NET
Em maio, Adobe lançou a primeira versão beta do Flex 4, codinome Gumbo. A lista a seguir proporciona uma visão geral de alto nível dos itens que foram modificados na última versão do framework RIA.
Um dos anúncios mais interessantes recentemente feito à comunidade Ruby foi o lançamento da IDE JetBrains RubyMine para aplicações Ruby e Ruby on Rails.
Data Services são serviços de software que encapsulam operações das entidades chave relevantes para a empresa.
O uso do XML traz consigo desvantagens, como problemas em potencial com desempenho, mas também oferecem um nível de abstração que permite diminuir o acoplamento entre as partes envolvidas na troca.
Como programadores, a nossa primeira prioridade é criar código que funciona. Infelizmente, código que simplesmente “funciona” não é suficiente.
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