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Crack.NET – Como Greasemonkey para WinForms e Aplicações WPF

Postado por Jonathan Allen , traduzido por Felipe Rodrigues em 02 Dez 2008

Seções
Arquitetura e Design,
Desenvolvimento
Tópicos
WPF ,
Automação ,
.NET ,
Programação ,
Interoperabilidade ,
Testes ,
WinForms

Por volta dos anos 90, desenvolvedores de aplicações costumavam expor suas APIs através de automação COM. Isso permitia a outros desenvolvedores conectar e manipular aplicações em execução através de um conjunto rico de pontos de extensão. Infelizmente, esse espírito de interoperabilidade foi derrubado na era do .NET.

Crack.NET tenta trazer um pouco do poder de volta, abrindo aplicações .NET WinForm e WPF. Com uma GUI rica que põe o inspetor de propriedades do Visual Studio no chinelo, os usuários podem acoplar a maioria das das aplica,ões .NET. Como ele se baseia inteiramente na infraestrutura .NET, o desenvolvedore original não precisa fornecer nenhum ponto de extensão explícito.

Uma vez acoplada, os usuários são livres para explorar e manipular aplica,ões em execução. Entretanto, a diversão de verdade vem quando você começa com scripts. Com scripts IronPython, os desenvolvedores podem injetar código em aplicações em execução e adicionar qualquer funcionalidade que eles precisem.

Conforme o .NET e DLR se tornam mais populares, nós podemos ver todo uma nova indústria "artesanal" para add-ons de aplica,ões que não foram preparadas para serem extensíveis.