Formando equipes de alto desempenho, parte 1: Início e fases de evolução
Nesta primeira parte de uma série sobre equipes de alto desempenho e gerenciamento Agile, veja uma introdução geral e uma apresentação dos estágios de formação das equipes.
Disseminando conhecimento e inovação em desenvolvimento de software corporativo
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Postado por Shane Hastie , traduzido por Flávia Castro de Oliveira em 20 Abr 2009
Na conferência Software Education SDC em Melbourne - Austrália e Wellington - Nova Zelândia, no mês passado, Ivar Jacobson, autor do trabalho original sobre Casos de Uso, a Unified Modeling Language (UML) e o Rational Unified Process (RUP), disse que o desenvolvimento Ágil precisa “ser mais Smart”.
Ele afirmou que a indústria de tecnologia da informação está muito pendente da moda, tendo uma tendência para se apoderar das balas de prata e listou os seguintes exemplos:
Todos tem bons elementos – mas nenhum deles é o que precisamos, o que nós precisamos é Trabalhar com mais Inteligência. Ele diz “Ser Smart é uma evolução de ser Ágil”:
De acordo com Jacobson “Smart é Agile++”. Ele continuou a dar exemplos de várias práticas e abordagens smart (e não-smart) que ele reconheceu ao longo dos anos. Algumas das práticas Smart e Não-smart que ele idenficou são:
O elemento chave para se tornar Smart é focar nas pessoas, como Jacobson diz e “isso tudo se resume a você”.
É normal as pessoas se aproveitarem de algo que está fazendo sucesso para redirecionar os holofotes para si. Tudo o que o Sr. Jacobson falou sobre "Ser Smart" já é praticado no mundo ágil pelos bons agilistas. Não vejo evolução ou inovação alguma no que disse e acrescento que a lista dele de Unsmart e Smart foi totalmente baseada no Manifesto Ágil. Aproveitando, o RUP na sua totalidade é Smart ou Unsmart? Hummm?
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