Formando equipes de alto desempenho, parte 1: Início e fases de evolução
Nesta primeira parte de uma série sobre equipes de alto desempenho e gerenciamento Agile, veja uma introdução geral e uma apresentação dos estágios de formação das equipes.
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Postado por Mirko Stocker , traduzido por Cássio Marques em 08 Abr 2009
A MountainWest RubyConf ocorreu de 13 a 14 de março em Salt Lake City. Todas as apresentações estao disponíveis no Confreaks; nós escolhemos algumas apresentações interessantes para dar a você uma visão geral e alguns pontos importantes.
Yehuda Katz falou sobre a fusão entre o Rails e o Merb no que irá se tornar o Rails 3.
O primeiro tópico é agnosticismo de ORM e o ActionORM, uma abstração para outras interfaces ORM para tornar mais fácil utilizar alternativas ao ActiveRecord (3:00).
O Merb ainda está evoluindo (11:10) e acumulando novas funcionalidades (Controller#call, Router#call) do Rails 2.3 que também estarão no Rails 3, para tornar o Rails e o Merb suficientemente parecidos, permitindo uma migração fácil.
Aos 17:50 minutos, Yehuda falou sobre algumas das refatorações que estão sendo feitas atualmente: limpeza (e também aumento na velocidade) de Callbacks, um gargalo encontrado através de profiling; remoção de um código antigo e confuso no ActionPack (21:52) e separação de código em novos frameworks, como o ActionDispatch (24:00)
O Merb 1 tem três tipos diferentes de APIs (pública, privada e plug-in, 28:25), O Rails também ganhará uma API plug-in, mas os detalhes mais específicos ainda não foram definidos.
O Rack::Bug (30:55), inspirado no DJango Debug Toolbar, tornará o debugging e a instrumentação de código mais fáceis.
Por fim, mas não menos importante (33:53), eles querem ter certeza de que o JRuby e o Ruby 1.9 podem executar o Rails 3.
Jeremy McAnally faz uma apresentação introdutória sobre DSLs, começando pelas razões para se criar DSLs. Com diversos exemplos, ele falou sobre a diferença entre DSLs externas (8:22) e internas (10:05).
Se você já sabe o básico sobre DSLs, você pode pular direto para a seção sobre as decisões de design para DSLs (16:32) e aprender como encontrar os termos essenciais para a linguagem.
O restante da apresentação é principalmente sobre os diferentes padrões de implementação para DSLs (19:11), por exemplo encadeamento de métodos ou a utilização de method_missing.
Ele termina com algumas palavras sobre testes de DSLs (32:40).
Para uma rápida visão geral sobre o que está acontecendo atualmente com o Rubinius (Garbage Collector, FFI), talvez você queira gastar 5 minutos para escutar Brian Ford.
Começa com uma motivação geral e uma introdução sobre usabilidade. A parte principal da apresentação cobre 7 princípios de usabilidade com muitos exemplos reais e dicas para desenvolvedores.
Depois de Adam Dunford (21:30), Jason Edwards começa com uma aplicação Rails recém criada com o uso de scaffold e mostra em diversas iterações como podemos torná-la mais usável de acordo com os 7 princípios mostrados acima.
Kirk Haines da Engine Yard explica como funciona o Vertebra, o framework deles para gerenciamento de serviços com tolerância à falhas. Ele começa com os fundamentos: o protocolo baseado em XMPP (2:54) e o servidor Ejabberd (5:15).
Agentes (5:55) são executados em suas máquinas na nuvem e provêm um determinado serviço, o qual eles registram em um Herault (7:30). Esses serviços podem então ser descobertos por clientes agentes dos Heraults (9:30). Heraults também lidam com autorização (10:06).
Se você tiver diversos agentes fornecendo o mesmo serviço, você pode usar um Scope (11:56) para controlar como as operações são distribuídas.
Após esta introdução, Haines fala sobre as bibliotecas e frameworks que eles utilizaram para construir o Vertebra, assim como os problemas que eles encontraram: XMPP4EM (14:05), Loudmouth (14:28), EventMachine::Deferrable (15:23).
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