Formando equipes de alto desempenho, parte 1: Início e fases de evolução
Nesta primeira parte de uma série sobre equipes de alto desempenho e gerenciamento Agile, veja uma introdução geral e uma apresentação dos estágios de formação das equipes.
Disseminando conhecimento e inovação em desenvolvimento de software corporativo
O conteúdo foi adicionado aos favoritos!
Houve um erro ao adicionar aos favoritos! Por favor, tente novamente.
Postado por Saulo Arruda em 18 Jun 2010
Muito têm se falado sobre a atividade de software se tratada como Artesanato, ao contrário uma tendência de Manufatura prometida pelas famosas "Fábricas de Software". Desta tendência surgiram livros como Software Craftsmanship, de Pete McBreen, Clean Code, de Robert Martin (Uncle Bob) e também um Manifesto do Artesão de Software.
Assumir que desenvolver software é uma atividade criativa fomenta uma comparação do então "artesão de software" para de fato um artista. Essa semana Scott Berkun, autor dos best-sellers The Myths of Inovation e Making Things Happen, escreveu um artigo em seu blog intitulado Why you are not an Artist.
No artigo ele explica que ser o melhor na área de projetar websites ou vender carros é definido como maestria. A forma de empregar essas habilidades que determina se você é um artista ou não. Ser um artista exige uma intenção específica.
Ele ainda simplifica em três pontos:
- Um artista é comprometido com suas idéias de forma a maioria das pessoas não são. Por isso assume vários riscos: a riqueza, a conveniência, popularidade da fama, ou mesmo perder amigos e família para proteger a integridade de suas idéias.
- Um artista não sacrifica seus próprios ideais. Nem faz regularmente compromissos importantes para satisfazer as opiniões de "superiores", que eles não respeitam.
- Um artista estaria disposto a assinar seu nome sobre o que dá para o mundo. Você tem orgulho do que sua empresa faz? Você sai pela porta com metade da alma que você põe nos seus projetos?
Para finalizar ele diz que se você faz pinturas, filmes, novelas ou coisas semelhantes, é claro que você é um artista! Mesmo que seu trabalho seja ruim, feito em tempo parcial, ou nunca ter sido remunerado, ainda sim você é um artista.
Agora, se você trabalha para clientes ou chefes em coisas que você mesmo não considera arte, você não é um artista. Você é um empregado. Você está sendo pago para alguém ter a liberdade sobre suas decisões criativas. Esse trabalho pode envolver inspiração, esforço, sacrifício, e até paixão, mas não é o mesmo que ser um artista.
E você leitor, considera-se um artista?
Já me senti assim em vários projetos. As pessoas acham q o desenvolvedor é puramente um digitador, quando na verdade um alto poder de criação. Um ponto que achei muito interessante é que "um artista é comprometido com suas idéias...", lendo isso me lembro que em vários projetos abandonei os Testes simplesmente pq já não havia mais tempo no projeto ou pq o mesmo já havia terminado e não cabia mais refatorar o código, vejo q isso é muito mais do que uma boa prática, deve ser encarado como um princípio.
Nesta primeira parte de uma série sobre equipes de alto desempenho e gerenciamento Agile, veja uma introdução geral e uma apresentação dos estágios de formação das equipes.
O Business Model Canvas é uma ferramenta estratégica para a construção visual de novos produtos ou serviços. Conheça cada um dos seus elementos e como preencher o Canvas, passo a passo.
Nessa segunda e última parte de uma série sobre o Google Apps Script, conheça como funciona o envio de emails, a conversão de documentos e como criar menus e triggers.
Este artigo avalia seis dos mais importantes fornecedores de serviços de cloud computing PaaS para desenvolvedores Java, analisando critérios como desempenho, escalabilidade e tecnologias suportadas.
O Canvas de Modelo de Negócios é um novo modo de comunicar e suportar a validação iterativa, incremental e empírica de modelos de negócio de startups e novos produtos substituindo o plano de negócios.
Nesta segunda e última parte de uma entrevista exclusiva para InfoQ Brasil, Rebecca Parsons, CTO da ThoughtWorks, fala sobre o Agile Distribuído e técnicas para definição de arquiteturas.
Nessa primeira parte de uma entrevista com a CTO da ThoughtWorks, veja recomendações sobre formas de construir e arquitetar sistemas para obter o máximo de flexibilidade e responsividade a mudanças.
Os gerentes de projetos podem assumir o papel crítico de liderar a introdução do Agile. Vejas conceitos, dicas e técnicas para apoiar esse processo de mudanças.
1 comentário
Acompanhar Discussão Responder