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Guerrilha SOA

Apresentado por Alexandre Gomes em 21 Mai 2009 Duração 00:39:45
Seções
Arquitetura Corporativa
Tópicos
SOA ,
Plataforma SOA
 

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Sumário
Em novembro de 2008 no evento de lançamento do portal InfoQ Brasil, várias palestras foram realizadas sobre as comunidades do portal InfoQ, esta é a primeira de uma série de palestras realizadas nesse evento. Nesta palestra Alexandre Gomes fala sobre Guerrilha SOA. Seu principal objetivo é mostrar o caminho que SOA tem tomado.

Bio
Alexandre Gomes é Mestre e Bacharel em Ciência da Computação; Diretor Técnico da SEA Tecnologia; Mais de 10 anos de experiência em arquitetura e desenvolvimento de software; Mais de 4 anos de experiência em gestão de projetos e liderança de equipes; Experiência em editorial de revistas e sites de conteúdo técnicos; Palestrante em dezenas de eventos tecnológicos nacionais e internacionais.

Sobre a conferência
O evento de lançamento do InfoQ Brasil ocorrido no dia 1 de novembro de 2008, contou com grandes nomes de nossa comunidade nacional como Fábio Akita, Vinícius Senger, Alexandre Gomes, Felipe Rodrigues, Yara Senger, Victor Hugo, Wagner Santos, Manoel Pimentel, entre outros, onde cada um deles, dentro de sua especialidade, falou sobre Java, .NET, Ruby, SOA, Agile e Arquitetura. Também tivemos dois painéis sobre "Plataformas distribuídas" e sobre "Agilidade no dia a dia".
Excelente! por André Faria Enviado
Muito interessante os pontos tratados. por Gustavo Sinis Enviado
Re: Muito interessante os pontos tratados. por Felipe Rodrigues Enviado
Re: Muito interessante os pontos tratados. por Gustavo Sinis Enviado
Re: Muito interessante os pontos tratados. por marcio duran Enviado
  1. Voltar ao topo

    Excelente!

    por André Faria

    Muito bom. Parabéns ao Alexandre pela palestra e a toda a equipe da InfoQ Brasil publicação.

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    Muito interessante os pontos tratados.

    por Gustavo Sinis

    Trabalho com esse paradigma em algumas empresas grandes (com muito legado) e acompanho o trabalho de Jimm Webber, por isso gostaria de acrescentar mais um ponto: promover o alinhamento com o negócio (ou processo de negócio) seguindo alguns princípios SOA, por exemplo, encapsulando o domínio do serviço (legado ou não). Esses princípios não estão relacionados com tecnologia, mas com design.

    Gosto deste artigo do Jim Webber: “But there is a more sensible way to SOA, which maintains loose coupling and drives high cohesion and the secret is this: build your services to implement business processes. Don’t let the data guys scream at you that you need an enterprise data model (you don’t) and don’t let the application portfolio guys demand that you buy everything and stitch it together later (you can’t, this only gets you Frankenstein systems).” Anemic Service Model , Jim Webber, Ph.D. Global Architecture Lead, ThoughtWorks.

    Atualmente, muitas empresas sem uma abordagem SOA possuem iniciativas de reuso e integração isoladas, baseadas em iniciativas individuais. Funcionando em um delicado equilíbrio, os desenvolvedores reusam seus próprios serviços ou de uma pessoa em que confiam, ignorando todos os outros possíveis serviços existentes. Esse cenário de reuso limitado, possibilita que empresas complexas, com integrações espaguete, funcionem, pois existe um nível de controle até certo ponto gerenciável, mas abrindo mão da agilidade.

    No entanto, se o reuso dos serviços legados for promovido em larga escala, sem observar alguns princípios SOA, esse equilíbrio pode ficar comprometido. O que inicialmente pode parecer um ganho, com o efeito acumulativo, deixará muito mais complexo o cenário.

    Para exemplificar, vamos imaginar um serviço legado de lançamentos contáveis que não encapsula todas as regras de negócio necessárias para efetuar o lançamento (não segue princípios SOA). Desta forma, todos os clientes deste serviço será obrigado a implementar algumas regras antes de usar. Neste exemplo, no mínimo, o serviço vai promover a redundância de regas de negócio para seus clientes.

    Multiplique isso por 40 serviços e 200 sistemas, depois tente alterar um processo ou rega de negócio com agilidade... Se o negócio mudar, simplesmente será imprevisível o impacto em seus sistemas.

    Para evitar esse problema e muitos outros, o serviço poderia ser encapsulado ou alterado para que atenda alguns princípios SOA, possibilitando que seja reutilizado por todos sem aumentar a complexidade e a redundância de regras. Portanto, os princípios SOA ajudam essencialmente no controle da complexidade, para lidar com limitações humanas como, por exemplo, memória.

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    Re: Muito interessante os pontos tratados.

    por Felipe Rodrigues

    Gustavo,

    Concordo com o que você falou e em minha opinião para evitar esse impacto imprevisível, basta tratarmos as definições dos serviços a nível de estratégia de negócio.

    Quando você quer oferecer um serviço para alguém, você deve deixar muito claro que serviço é esse e qual é o objetivo dele. Definir quão completo e robusto ele deve ser e também quão flexível. Definir um contrato a ser cumprido.

    Apesar de que percebo que no mundo de SOA, muitos lerão o que escrevi acima e pensaram em termos técnicos, porém estou falando apenas em termos de negócio. A parte técnica deve ser escolhida e arquitetada de forma que atenda ao que foi definido acima com o menor esforço possível e com a maior simplicidade possível.

  4. Voltar ao topo

    Re: Muito interessante os pontos tratados.

    por Gustavo Sinis

    Felipe, esse é realmente um desafio constante: mostrar que SOA não é um monte de WS-*.

    Concordo, contratos bem definidos (DbC) são fundamentais e simplicidade (usar a essência do negócio e não o simplismo) é o único caminho para organizar a TI e proporcionar respostas rápidas.

    Vamos para guerrilha!

  5. Voltar ao topo

    Re: Muito interessante os pontos tratados.

    por marcio duran

    Gostei da forma como a palestra foi conduzida !!! NOTA 10

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