Formando equipes de alto desempenho, parte 1: Início e fases de evolução
Nesta primeira parte de uma série sobre equipes de alto desempenho e gerenciamento Agile, veja uma introdução geral e uma apresentação dos estágios de formação das equipes.
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Postado por David West , traduzido por Flávia Castro de Oliveira em 23 Fev 2009
Dean Leffingwell, autor do Scaling Software Agility e Chief Product Methodologist na Rally, concluiu que Casos de Uso pode ser uma valiosa ferramenta para modelar requisitos para um projeto Lean/Agile de grande escala. Os casos de uso não são comumente encontrados em Lean/Agile (especialmente em XP e Scrum), onde as estórias são os requisitos reunindo a ferramenta de escolha, mas Leffingwell nota:
... na construção de sistemas de grande escala, não há uma ferramenta tão poderosa como um caso de uso para explorar as interações entre os usuários, os sistemas, e os subsistemas da solução. Além disso, a técnica de caso de uso é a melhor forma que conheço para ajudar a identificar todas os scenarios alternativos que nos visita muitas vezes quando se tratando de sistemas de nível de qualidade e disponibilidade.
Tanto em seu livro como no blog, Leffingwell desenvolveu um conjunto de modelos e meta-modelos para ajudar os desenvolvedores nas aplicações de práticas Lean e Agile para projetos de grande escala. A ausência de qualquer menção dos Casos de Uso em seu 'Agile Enterprise Requirements Information Model' chamou sua atenção por um leitor e ex-colega. Leffingwell atribuiu a omissão dos casos de uso à dois fatores: sua associação aproximada com RUP e não Agile acoplado com seu possível apelo pró RUP e vários exemplos de conselhos para evitar os casos de uso como "muito detalhado e não entendido pelos clientes."
Finalmente, Leffingwell chegou a conclusão que, "Embora os casos de uso não sejam um substituto para user story no desenvolvimento ágil, eles podem ser de grande benefício na elaboração, análise e melhor compreensão do comportamento de sistemas complexos." Assim, os casos de uso foram adicionados ao modelo de Leffingwell como um meio opcional para a elaboração de itens do backlog.
- Casos de uso são opcionais mas podem adicionar um grande valor para a compreensão do comportamento quando o sistema é complexo;
- Casos de uso ajudam os times a compreender todos os cenários 'o que se' que ultimamente afetam a qualidade do sistema;
- Casos de uso podem ser usados para entender onde as novas estórias podem ser encontradas;
- Casos de uso podem fornecer uma forma lógica para a sequência de entrega de valor em grandes sistemas, estória por estória.
É importante notar que o raciocínio para incluir Casos de Uso em um modelo Ágil é principalmente motivado pela necessidade de endereçar problemas de escala e que os casos de uso continuam sendo uma ferramenta opcinal de elaboração de requisitos.
A partir desta notícia, não houve resposta à modificação de Leffingwell ao seu modelo. Será interessante ver se ele endereçou as preocupações de seus leitores e se outros usuários do seu modelo acham esta adição útil.
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