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Agile é Cultura não um Processo

por Amr Elssamadisy , traduzido por Flávia Castro de Oliveira em 03 Mar 2009 |

Jeff Patton sugere que Agile é realmente uma cultura que gera processos e não apenas um processo e que deve afetar diretamente o nosso modo de ensinar aos outros a adotar Agile. Ele introduz esta idéia em uma conversa:

Sentado com meu amigo Jonathan no almoço na semana passada, nós falávamos sobre mudanças no processo que ele sentiu ser forçado a fazer. Ele adicionou mais times e os times foram crescendo. As coisas precisavam mudar. Jonathan estava, justificadamente, preocupado com o fato que todos os novos processos que sendo adicionados desmoronariam na comunicação fluente e trabalho em equipe, que ele tinha trabalhado tanto para promover. “Como voce mantém essas coisas em seu processo?” Ele perguntou. Depois de conversarmos um pouco nós decidimos que estas coisas não são realmente pontos de processo – ao invés disso elas são parte da cultura da empresa. Estas eram as coisas que ele e os outros em sua empresa valorizavam.

De vez em quando me sinto particularmente sábio. Isso é momentâneo e algumas vezes eu recebo um “falso positivo” – idéias estúpidas que soam como sábias. Mas eu disse isso e pareceu sensato o suficiente para Jonathan.

Cultura é processo. Identifique sua cultura e a promova.

Jeff sugeriu que a cultura atualmente gera o processo:

a cultura não dita um processo preciso, os valores culturais suportados pelas estruturas de ensino embutido nas culturas e estruturas de base tais como as normas e tudo mais, conduzem a um processo comumente entendido.

Jeff então discute o que significa para o Agile ser uma cultura. De acordo com Jeff, a cultura do Agile inclui estórias, heróis, mitos, lendas e brincadeiras tais como o projeto C3 (uma lenda no mundo XP), Ward Cunningham e Big Dave Thomas (heróis) e o frango e o porco brincam por trás do Scrum. A cultura do Agile involve valores, normas, tiradas e tabus como o Manifesto Ágil (valores) e YAGNI e BDUF (tabus). A cultura do Agile é um mundo em si próprio onde aqueles que entraram nele, passam anos juntando os pedaços e bit ao longo do caminho.

E daí? Como isto afeta, como nós ajudamos aos outros a entrar no mundo do Agile?

1. Eu acho mais necessáro destacar e sublinhar os valores que motivam o processo ou a técnica que eu estou falando.

2. Identifique os valores da organização que competem com os valores ágeis. Quando percebo a preocupação de alguém sobre um ponto do processo ágil particular ou prática eu trabalho para identificar o valor ágil e o processo de apoio e identificar o que é valioso para a pessoa com a preocupação. Eu estou procurando por um conflito de valores.

3. Seja sensível ao choque de culturas. A terminologia, as histórias e os rituais que o agile confronta fazem qualquer um se sentir um pouco desconfortável. Em particular, as pessoas que estão trabalhando há bastante tempo no desenvolvimento de software podem sentir algo que eles não sentiam há muitos anos – fazendo seu próprio trabalho de forma desconfortável. Eles podem sentir como se alguém os tivesse drogado, os colocado em um avião e eles cairam em um país estrangeiro sem seu consentimento. Eles podem ter incorretamente assumido que eles estão apenas aprendendo um novo processo.

Nós sempre soubemos que havia uma cultura Ágil. Jeff leva isso a um passo além sugerindo que Agile É uma cultura e o processo e as práticas são gerados dessa cultura. Portanto devemos ensinar a cultura antes e acima de tudo.

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