Mapeamento de Estórias Dão Contexto a User Stories
A noção do Scrum de 'backlog' é uma lista priorizada de user stories para o time implementar. Isso funciona bem para organizar no que o time deve trabalhar no curto prazo, isto é, durante o planejamento do sprint. No Orlando Scrum Gathering, Jeff Patton descreveu o mapeamento de estórias. Este é um jeito de organizar estórias que fornecem conteúdo mais rico e pode ajudar no planejamento de release.
O tópico de mapeamento de estórias não é novo para Jeff. Ele escreveu sobre isso em 2005 e novamente em 2008. Durante o espaço aberto no Orlando Scrum Gathering de 2009, ele compartilhou seu último pensamento sobre a prática.
Apesar de que um mapa de estórias não necessariamente seja um substituto de um product backlog, ele é útil para compará-los e contrastá-los. O product backlog é essencialmente unidimensional. User stories são organizadas da mais alta para a mais baixa prioridade. Um mapa de estórias é bidimensional, indicando a prioridade das estórias, assim como sua relação com as outras e com os objetivos maiores dos usuários. O mapa ajuda o time a entender como estórias se ajustam para formar um produto lançável.
O processo começa com a identificação dos usuários do sistema, e as atividades que eles farão. No artigo do Jeff de 2005, ele deu o exemplo de um software para uma loja. As atividades principais dos usuários eram:
- Criar ordem de compra para fornecedor
- Receber carregamento do fornecedor
- Criar etiquetas para os itens
- Vender itens
- Retornar itens
- Analisar vendas
Mike Cohn refere-se a essas atividades como 'épicos'. Jeff os referencia como 'a espinha dorsal' do mapa de estórias. Eles descrevem, num alto nível, tudo o que o usuário precisa que o sistema faça. Essas atividades são registradas em cartões e arranjadas da esquerda para a direita na ordem que elas naturalmente ocorrem. Jeff recomenda usar a ordem que você usaria se fosse descrever o processo do negócio para alguém não familiar com ele.
Abaixo de cada atividade dessas, organize as user stories associadas, colocando as mais importantes acima das menos importantes. Agora a espinha dorsal tem costelas. Cada estória está associada com uma atividade de usuário, e tem uma prioridade. Um plano de release pode ser visualmente representado desenhando uma linha horizontal da esquerda para a direita. Estórias acima da linha estão no release, e as abaixo não estão. Na verdade, vários releases podem ser planejados deste jeito, dividindo o mapa em 'raias' horizontais.
Que ferramentas ou técnicas você usa para planejar releases e ficar a par dos contextos em que as suas estórias existem? Deixe um comentário e compartilhe.
Re: tradução
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Vinicius Assef
Sugiro conferir em dicionário, pois existe sim.
Re: tradução
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João Paulo Mafra
www.sualingua.com.br/08/08_estoria.htm
Re: tradução
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Bruno Pimenta
Estória se usa para, por exemplo, estórias infantis, enquanto história se refere a fatos históricos.
Re: tradução
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Edson Goncalves
Re: tradução
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João Paulo Mafra
Re: tradução
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João Paulo Mafra
Re: tradução
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Felipe Rodrigues
Na verdade João, algumas pessoas consideram que a melhor tradução para o termo story, da forma como é utilizado no contexto do agile é melhor definido por estória. Isso para enfatizar que as user stories são dependentes do contexto e devem ser tratadas como algo abstrato e não como um relato da realidade. Quase todos os praticantes de agile que conheço utilizam essa palavra, quando não utilizam a versão em inglês. Dessa forma, acredito que você pode considerar essa palavra como um termo técnico específico para métodos ágeis. Dessa forma todos ficamos felizes...
Felipe
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