Formando equipes de alto desempenho, parte 1: Início e fases de evolução
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Postado por Chris Sims , traduzido por Ricardo Yasuda em 27 Mar 2009
A noção do Scrum de 'backlog' é uma lista priorizada de user stories para o time implementar. Isso funciona bem para organizar no que o time deve trabalhar no curto prazo, isto é, durante o planejamento do sprint. No Orlando Scrum Gathering, Jeff Patton descreveu o mapeamento de estórias. Este é um jeito de organizar estórias que fornecem conteúdo mais rico e pode ajudar no planejamento de release.
O tópico de mapeamento de estórias não é novo para Jeff. Ele escreveu sobre isso em 2005 e novamente em 2008. Durante o espaço aberto no Orlando Scrum Gathering de 2009, ele compartilhou seu último pensamento sobre a prática.
Apesar de que um mapa de estórias não necessariamente seja um substituto de um product backlog, ele é útil para compará-los e contrastá-los. O product backlog é essencialmente unidimensional. User stories são organizadas da mais alta para a mais baixa prioridade. Um mapa de estórias é bidimensional, indicando a prioridade das estórias, assim como sua relação com as outras e com os objetivos maiores dos usuários. O mapa ajuda o time a entender como estórias se ajustam para formar um produto lançável.
O processo começa com a identificação dos usuários do sistema, e as atividades que eles farão. No artigo do Jeff de 2005, ele deu o exemplo de um software para uma loja. As atividades principais dos usuários eram:
Mike Cohn refere-se a essas atividades como 'épicos'. Jeff os referencia como 'a espinha dorsal' do mapa de estórias. Eles descrevem, num alto nível, tudo o que o usuário precisa que o sistema faça. Essas atividades são registradas em cartões e arranjadas da esquerda para a direita na ordem que elas naturalmente ocorrem. Jeff recomenda usar a ordem que você usaria se fosse descrever o processo do negócio para alguém não familiar com ele.
Abaixo de cada atividade dessas, organize as user stories associadas, colocando as mais importantes acima das menos importantes. Agora a espinha dorsal tem costelas. Cada estória está associada com uma atividade de usuário, e tem uma prioridade. Um plano de release pode ser visualmente representado desenhando uma linha horizontal da esquerda para a direita. Estórias acima da linha estão no release, e as abaixo não estão. Na verdade, vários releases podem ser planejados deste jeito, dividindo o mapa em 'raias' horizontais.
Que ferramentas ou técnicas você usa para planejar releases e ficar a par dos contextos em que as suas estórias existem? Deixe um comentário e compartilhe.
Cuidado com a tradução, "estória" não existe no português...
Quem disse que não existe?!
Sugiro conferir em dicionário, pois existe sim.
Uma rápida pesquisa no google mostra que sua afirmação está errada:
www.sualingua.com.br/08/08_estoria.htm
Não está errado não, João.
Estória se usa para, por exemplo, estórias infantis, enquanto história se refere a fatos históricos.
Estas duas palavras constam do Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa da Academia Brasileira de Letras. O dicionário Aurélio da Língua Portuguesa recomenda simplesmente a grafia história, nos dois sentidos, enquanto que o dicionário de Caldas Aulete refere-se à forma estória como um "brasileirismo", isto é, apenas um "aportuguesamento" da palavra inglesa "story".
Está errado sim. Não é um erro grave devido a essa grafia ter sido aceita durante algum tempo, mas continua sendo um erro. Leiam o artigo que eu sugeri, vocês entenderão o motivo. O interessante é que esse é apenas um de vários que já li e que chegam a mesma conclusão, a que "estória" é uma tentativa desnecessária de introduzir um vocábulo inglês no português.
Ao estilo kathy Sierra e Bert Bates, "repitam comigo, português brasileiro não é inglês"...
A palavra estória não existe mais no idioma português. Não era uma tentativa de "aportuguesar" (essa palavra tb não existe) nada, mas para refletir ficção. História era mais utilizado para refletir relidade. Isso foi modificado à alguns anos.
Na verdade João, algumas pessoas consideram que a melhor tradução para o termo story, da forma como é utilizado no contexto do agile é melhor definido por estória. Isso para enfatizar que as user stories são dependentes do contexto e devem ser tratadas como algo abstrato e não como um relato da realidade. Quase todos os praticantes de agile que conheço utilizam essa palavra, quando não utilizam a versão em inglês. Dessa forma, acredito que você pode considerar essa palavra como um termo técnico específico para métodos ágeis. Dessa forma todos ficamos felizes...
Felipe
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