Business Model Canvas, passo a passo
O Business Model Canvas é uma ferramenta estratégica para a construção visual de novos produtos ou serviços. Conheça cada um dos seus elementos e como preencher o Canvas, passo a passo.
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Postado por Vikas Hazrati , traduzido por Felipe Torres em 03 Mar 2010
A maior parte dos agilistas falam sobre suas vantagens, aqui eu escreverei sobre os problemas: problemas que são tão sérios, que se não forem resolvidos irão garantir que o seu método Agile favorito vai se tornar moda do ano passado.
Então eles juntaram isso com alguns outros principios. Isso está crescendo, mas num segundo plano. Isso precisa ser prioritário, provavelmente sozinho, e mais bem formulado, não misturando a meta e a solução.
Isso não é sobre software de trabalho. Não é sobre sua prática favorita. Não é sobre histórias. Não é apenas sobre o seu cliente ou usuário. Isso é sobre entregar, para o grupo de interessados, melhorias de valor, que sejam interessantes, que façam seus mundos melhores.
O valor do negócio depende do que você quer, quando você quer e o quanto isso custa. Para decidir o que fazer, e quando, os clentes precisam saber o custo daquilo que eles querem. Os programadores, experientes, fornecem essa informação. Então os clientes decidem o que eles querem, e os programadores fazem. O processo se parece com isso
- Cliente: define o valor
- Programador: estima o custo
- Cliente: escolhe o valor
- Programador: constroi o que foi escolhido
- Reincia-se o ciclo
A cada vez que nós percorremos esse ciclo, nós aprendemos. Clientes aprendem o quão valorosa as suas features realmente são, enquanto programadores aprendem o quão difícil essas features realmente são.
Scrum é praticado como uma grande lista corporativa de coisas a fazer. Por não focar nos críticos "quão melhor" atributos do sistema, Scrum está reduzindo os "SW DEVELOPMENT" a tarefas, sem a necessidade de desenvolvedores com habilidades criativas. Aos programadores é dito o que codar, ao invés de qual a melhor forma de satisfazer as qualidades de um produto.Há pouco ou nenhum conhecimento de como criar um produto competitivo. Pelo contrário, o oposto está acontecendo, exigindo "soluções" (feito por amadores (usuários), não arquitetos), mais opções competitivas que são sistematicamente censuradas.Essa prática de "baby talk" torna os populares métodos Ágeis inúteis a qualquer um que queira criar sistemas competitivos, que requerem alto valor, e para as empresas.
O quê está errado? Tudo está errado! Dê-me um segundo.
A função crua é 'comprar um livro'. Uma forma específica para fazer a compra acontecer, como "carrinho de compras" restringirá as opções para o desenvolvedor encontrar uma solução, isso fará a função "comprar livro" ter melhor qualidade e performance.
O poderoso framework Scrum está reduzido a uma grande lista cooperativa de coisas a fazer que diz aos desenvolvedores o que fazer, e você programador apenas deve cumpri-la.
Acredito que os processos ágeis tenham falhas, desvantagens, a cada caso deve-se observar sua aplicabilidade e montar o melhor conjunto de práticas para o ambiente do projeto. Porém, achei descabida a colocação do Sr. Kai. Me parece que ele está muito preocupado com sua criatividade e com seus produtos, e pouco com a qualidade do processo e simplicidade da solução (produto). Espero que ele consiga contribuir trazendo desvantagens reais a tona. Por exemplo, a discussão sobre o time-box em comparação com o Lean que prima por gerar fluxo contínuo (melhor aproveitamento dos colaboradores), mapear o desenvolvimento internamente, identificar gargalos (segundo a teoria das restrições), controlar a quantidade de processo em execução (WIP).
Não concordo principalmente em dizer que ágil não tenha foco, e que não gere valor... Absurdo.
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